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IC-BR cai pela segunda vez consecutiva em julho

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Em meio aos temores de recessão global, o Índice de Commodities do Banco Central (IC-BR) caiu pelo segundo mês consecutivo em julho, passando de 428,02 pontos para 417,62 pontos. Apesar desta queda, o índice ainda registra alta de 5,20% no acumulado de 2022 até julho. 

O IC-BR é constituído com base nos valores das commodities agrícolas, metálicas e energéticas convertidas em reais. Entre os três subgrupos que compõem o índice de matérias-primas do Banco Central, o de commodities agropecuárias, como carne de boi, carne suína, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, entre outras, mostrou queda de 2,83% em julho e de 3,88% no acumulado do ano. O componente metal também registrou queda, com -8,16%.Por outro lado, o segmento de energia avançou 1,52% no mês.

Em 12 meses, o aumento é de 22,58%. No ano passado, o IC-Br avançou 50,72%.

Fonte: AgroPlus

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Com baixa oferta, preços da laranja e lima ácida tahiti seguem em alta

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Mesmo que a demanda não esteja tão aquecida, a oferta, no geral, está menor, e, com isso, os preços dos cítricos seguem em alta nesta semana. Como exemplo, no caso da laranja, os meses de seca acabaram reduzindo a qualidade das frutas que ainda estão nas árvores, fazendo com que elas não atinjam o padrão exigido pelo mercado e precisem ser redirecionadas às indústrias.  

Além desse fato, mais produtores têm priorizado os contratos com as processadoras. 

Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a laranja pera teve alta de 2,01% na comparação com o da semana anterior, fechando em R$ 35,71/cx de 40,8 kg, na árvore. Já a rubi, por sua vez, está sendo comercializada à média de R$ 30,08/cx, com aumento de 0,84% na mesma comparação.

No caso da lima ácida tahiti, como as valorizações semanais têm sido mais expressivas, na parcial desta semana a tahiti teve média de R$ 30,38/cx de 27 kg, colhida, elevação de 45,32% em comparação com a da semana passada. Para a fruta, a previsão é de que os preços continuem subindo de semana a semana, uma vez que não há expectativa de recuperação da oferta no curto prazo. 

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Fonte: AgroPlus

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