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Arquivo Nacional recebe instituições de memória da África lusófona

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O Arquivo Nacional realizou, nesta segunda-feira (4), a 1ª Jornada Brasil-Palop de Articulação e Cooperação entre Arquivos, reunindo representantes de instituições arquivísticas e de memória dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (Palop).

O evento ocorreu na sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, com representantes de Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique. O representante de Cabo Verde não pôde comparecer. A jornada foi destacada na Declaração Final da 14ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), ocorrida no dia 27 de agosto em São Tomé.

No encontro, foi apresentada a situação das instituições arquivísticas africanas, para debater formas de articulação e parcerias e construir possibilidades de cooperação técnica entre os países participantes. A ideia é que o Arquivo Nacional, ligado ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, ofereça sua expertise para ajudar os países africanos a organizarem seus órgãos de memória.

Além de reuniões internas sobre cooperação, foram realizadas mesas redondas abertas ao público com os representantes dos institutos convidados.

A Diretora Geral do Arquivo Nacional, Ana Flávia Magalhães Pinto, afirmou que a articulação é uma forma de promover o direito à memória e à história. Ela destaca que esse movimento de aproximação com países africanos é um compromisso declarado do governo federal.

A diretora frisou que o Brasil, pela sua composição étnica, poderia ser integrante da 6ª região africana, que corresponde aos países lusófonos: “o Brasil se entender também como um Palop, um país africano de língua oficial portuguesa.”

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Ana Flávia destacou também a celebração dos 185 anos da instituição neste ano.

“É um momento valioso para o Arquivo Nacional que celebra, em 2023, os seus 185 anos de existência, e, portanto, algo de grande valor realizar a 1ª Jornada Brasil-Palop de Articulação e Cooperação entre Arquivos.”

Arquivos nacionais dos Palop

Os representantes do continente africano apresentaram suas instituições e o que está sendo desenvolvido em pesquisa, resgate e restauração de material arquivístico em seus países. Também destacaram como a parceria com o Brasil vai ajudar a fortalecer os laços e aprofundar as discussões sobre políticas públicas de direito à memória e à história, bem como a partilha de soluções para a gestão de documentos e arquivos entre países do Sul Global.

Participaram do evento o diretor da Biblioteca Pública Nacional e do Arquivo Histórico do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa da Guiné-Bissau, Djalo Iaguba; o representante do Arquivo Histórico de Moçambique, Sergio Armando Maungue; e o diretor nacional para Formação de Artes e Turismo do Ministério da Cultura e Turismo de Angola, João Pedro da Cunha Lourenço.

Memória do Mundo

O evento se conecta à oficina da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que ocorre até esta quarta-feira (6), na Biblioteca Nacional, para os países africanos de língua oficial portuguesa e a região da América Latina e Caribe, visando preparar candidaturas eficazes para receber o registro internacional e regional do programa Memória do Mundo (MoW).

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O senegalês Papa Momar Diop, presidente do comitê africano do Memória do Mundo, explicou que o programa, criado em 1992, reconhece materiais dos países que tenham valor de memória relevante para a humanidade.

“Reconhecemos documentos, arquivos e bibliotecas de grande valor internacional, regional e nacional, que são inseridos no Registro Internacional de Patrimônio Documental tendo como objetivo estimular a preservação e a ampla difusão desses acervos, contribuindo para despertar a consciência coletiva para o patrimônio documental da humanidade.”

Segundo ele, atualmente a África tem 25 bens documentários no registro internacional. “Espero que outros países membros do Palop sigam os exemplos de Cabo Verde e de Moçambique, criando comitês nacionais para que seja feito um registro nacional documentário e possam ser inscritos e registrados no programa.”

Para Ana Flávia o passado é expressão daquilo que os sujeitos do tempo presente conseguem realizar e reafirmou que “os arquivos são territórios constituídos por registros de memórias dos povos, e como todo território, sempre será objeto de tensionamento e disputas”.

*Estagiário sob supervisão de Akemi Nitahara

Fonte: EBC GERAL

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Itaipava convoca Ronaldinho Gaúcho para ser embaixador da marca e revela o “segredo” de seu passe mais icônico

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A cerveja Itaipava, do Grupo Petrópolis, anuncia Ronaldinho Gaúcho como seu mais novo embaixador, no território do futebol. O anúncio revela, com humor, o segredo de um dos lances mais emblemáticos da história do futebol brasileiro envolvendo o craque.

Ídolo dentro e fora de campo, Ronaldinho segue como um dos nomes mais reconhecidos e carismáticos do futebol, com forte conexão com a torcida brasileira. Agora, ele passa a representar a marca em uma parceria que une futebol e identidade nacional.

Criada pela WMcCANN, a ação revela o segredo por trás da jogada que marcou gerações: o icônico movimento em que o craque olha para um lado e toca a bola para o outro – um lance que encantou torcedores e segue vivo no imaginário popular.

E quem revela o segredo é o próprio Ronaldinho. Em tom leve e bem-humorado, o atleta conta que tudo começou em um jogo entre amigos, em um campinho ao fim de tarde. É nesse cenário que o público descobre o que estava por trás do movimento. Mais do que confundir o adversário, o olhar do jogador estava direcionado a algo que chamava atenção fora das quatro linhas: uma garrafa de Itaipava gelada ao lado do campo.

“Também, quem resiste a uma Itaipava? Receita brasileira, ingredientes de qualidade… a minha cerveja com muito orgulho”, comenta o craque, reforçando o tom leve e descontraído da parceria.

O anúncio de Ronaldinho Gaúcho como embaixador de Itaipava reforça a identificação da marca com o futebol. A parceria é realizada em colaboração com a BDB BR, responsável pela seleção, curadoria e gestão do talento.

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“O brasileiro aprecia tomar uma cerveja quando vê futebol e a Itaipava retornou com tudo a esse território: patrocinamos os amistosos e as eliminatórias no ano passado e fomos a cerveja oficial do Campeonato Paulista 2026”, diz João Netto, diretor de Marketing e Trade do Grupo Petrópolis. “A contratação do R10 reforça a tradição da marca no futebol”, completa.

“Ronaldinho é um ícone que traduz leveza e brasilidade, atributos que também estão no DNA de Itaipava. Trazer esse lance tão marcante para o centro da campanha foi uma forma de criar uma conexão genuína com o público, revelando uma história de forma inusitada e alinhada ao território da marca”, explica Diego Santelices, head de comunicação e mídia do Grupo Petrópolis.

“Partimos de uma verdade cultural muito forte: uma das jogadas mais conhecidas da história do futebol, feita por um dos ícones mais reconhecidos. A partir disso, construímos uma narrativa que surpreende todos os fãs do Ronaldinho e do esporte. Uma revelação divertida, conectando futebol e Itaipava de forma inusitada”, comenta Guilherme Aché, diretor de criação da WMcCANN.

Ao transformar um gesto consagrado em narrativa publicitária, Itaipava reforça sua estratégia de se conectar com o público por meio de histórias que fazem parte da cultura brasileira e de uma paixão nacional, que é o futebol. Ao lado de um ídolo que fez história e marcou gerações, a marca aposta nessa identificação da torcida brasileira com um dos melhores jogadores de todos os tempos, para fortalecer sua presença no cotidiano do consumidor.

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SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ) há 30 anos, Itaipava conquistou o consumidor brasileiro e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava.

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Cabaré Ice, Fest Drinks, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; o refrigerante It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.

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