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Com menos palcos e eventos, Virada Cultural é realizada em São Paulo

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Com menos palcos, menos atrações e um centro bastante esvaziado, a Virada Cultural, que já foi considerada um dos maiores eventos da cidade de São Paulo, acontece a partir deste sábado (27) e vai até domingo (28). Para esta edição serão 12 palcos, espalhados por toda a cidade: mas apenas um funcionará na região central. E este será o único palco que funcionará por 24 horas.

Nesta edição haverá shows de Iza, Glória Groove, Léo Santana, Emicida, Michel Teló, Lexa, Melim, Baco Exú do Blues, Diogo Nogueira, Papatinho, Supla, Tierry, Karol Conká, Filhos da Bahia, AnaVitória, Pixote, Ferrugem, Marina Sena, Dilsinho, Tássia Reis, Tiee, A Dama, Salgadinho, Victor Fernandes e Baianasystem. O evento ainda vai promover uma homenagem especial à grande dama do rock nacional, a cantora Rita Lee, que morreu em maio deste ano.

Criada em 2005 na gestão do então prefeito José Serra (PSDB), a Virada surgiu com o propósito de ocupar o centro de São Paulo e ser uma grande confraternização de pessoas, promovendo 24 horas ininterruptas de programação cultural por meio de shows, performances, teatros, projeções, exposições, danças e outras manifestações. “A Virada Cultural busca, antes de tudo, promover a convivência em espaço público, convidando a população a se apropriar do centro da cidade por meio da arte, da música, da dança, das manifestações populares”, diz texto publicado no site da prefeitura direcionado aos turistas que visitam a cidade.

Com isso, o centro se enchia de atrações e a população da cidade podia se movimentar facilmente entre as dezenas de palcos musicais que variavam entre o rock, o funk, o hip hop, o pop, o brega, o sertanejo e outros. Esses palcos eram montados em vários pontos da região central como a Avenida São João, a Avenida Ipiranga, em frente à Estação Julio Prestes, na Praça da República, Praça da Sé e no Vale do Anhangabaú. Havia também palcos montados em regiões mais periféricas, ampliando os espaços para a cultura.

Neste ano, no entanto, apesar de ter recebido o nome de Virada do Pertencimento, a prefeitura reservou apenas um palco para a região central da capital, que foi montado no Vale do Anhangabaú. Isso em um momento em que o centro da cidade convive com diversos problemas, que aumentaram a tensão e a violência na região.

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Em entrevista à TV Brasil, o arquiteto e urbanista e ex-secretário de cultura de São Paulo Nabil Bonduki criticou as mudanças feitas no evento, com a retirada das atrações do centro da capital. “Em primeiro lugar, é importante resgatar a origem da Virada. Ela foi muito importante porque ela significou, para muitas pessoas, um retorno ao centro, um reconhecimento da área central. Acho que a Virada teve um papel muito importante na recuperação do espaço público e na relação entre cultura e espaço público, para além de um evento”, disse.

“A Virada representou um evento muito importante para a cidade de São Paulo e fez parte de um processo de recuperação do espaço público da cidade. Isso não quer dizer que a descentralização não era uma questão importante. E ela foi feita. Durante alguns anos, tivemos uma convivência entre a Virada no centro e eventos, no mesmo dia, em áreas periféricas”, explicou Bonduki, lembrando que, como secretário, participou do planejamento do evento nas edições de 2015 e 2016.

Das mais de 1,2 mil atrações que ocorreram em 2019 e seus 35 palcos (sendo 27 deles só na região central), a Virada deste ano passará a ter 500 atrações e 12 palcos. Além disso, a prefeitura decidiu manter apenas o palco do Anhangabaú em funcionamento por 24 horas, ao contrário do que ocorria nas demais edições, quando toda a programação era prevista para ocorrer das 18h de sábado às 18h de domingo.

“O que me parece é que o confinamento da Virada Cultural no Anhangabaú é uma enorme perda para a cidade, por vários aspectos. Em primeiro lugar, por ser um espaço confinado, cercado, perdendo o caráter de um grande conjunto de eventos, que obrigavam as pessoas a circularem pelo espaço público e ocupar todo o centro. E, por outro lado, ela também está expressando esse momento de decadência da área central”, destacou Bonduki. “Acho importante termos esses eventos nas áreas periféricas, mas isso não deveria excluir a área central, que é muito importante em São Paulo e não poderia ficar abandonada”, acrescentou.

São Paulo (SP) - Na comparação com a última edição, a Virada Cultural teve queda no número de atrações. Crédito: Videografismo, Lucas Pinto, TV Brasil São Paulo (SP) - Na comparação com a última edição, a Virada Cultural teve queda no número de atrações. Crédito: Videografismo, Lucas Pinto, TV Brasil

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Para Bonduki, colocar o palco somente no Vale do Anhangabaú, na região central, também reflete um outro grave problema, já que esse espaço foi concedido à iniciativa privada. “Há uma situação muito grave, do ponto de vista da privatização ou segregação do espaço público, que é o que acontece no Anhangabaú. A Virada vai ser pública, gratuita e aberta, mas, nesse momento, o Anhangabaú é agora um espaço cercado. Ele deixou de ser um espaço aberto para a cidade. E isso é ruim para uma cidade onde se espera que ela seja para todos, aberta e em que as pessoas possam circular livremente. Me dá uma tristeza passar pelo Anhangabaú e você ter, sempre que há eventos por ali, tapumes isolando o Viaduto do Chá”, destacou o urbanista.

Também em entrevista à TV Brasil, a secretária municipal da Cultura, Aline Torres, encarou as críticas ao evento como algo natural.

“A Virada Cultural agora está completando 18 anos e 18 anos no centro. Mas agora a sociedade tem outro formato e um outro desejo e a gente precisa fazer política pública onde as pessoas estão precisando do serviço público. Então, [vamos] levar a Virada Cultural do Pertencimento para Itaquera, Grajaú e Parelheiros, que são regiões onde temos índices muito negativos. E [vamos] fazer com que a cultura seja, de fato, um potencial transformador de sociedade regional. Entendemos que as críticas são super rasas e a gente segue tocando esse barco”, disse.

Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site da Virada Cultural.

Fonte: EBC GERAL

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Ronaldinho Gaúcho e MC Livinho entram em campo com Itaipava em campanha que une futebol, música e cultura digital

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A Itaipava, marca do Grupo Petrópolis, apresenta sua nova campanha inspirada no universo do futebol, apostando em humor, música e cultura digital para fortalecer sua presença em um dos períodos mais estratégicos do calendário brasileiro. Assinada pela WMcCANN, a iniciativa traz o mais novo embaixador da marca, Ronaldinho Gaúcho, como protagonista de um “rolê aleatório” ao lado de personagens curiosos, em uma narrativa construída para gerar identificação, humor e potencial viral nas redes sociais, aproximando ainda mais Itaipava do público. A parceria é realizada em colaboração com a BDB BR, responsável pela seleção, curadoria e gestão do talento.

“Com essa campanha, queremos reforçar a conexão da Itaipava com momentos de entretenimento e paixão nacional, usando o futebol como ponto de partida para conversas que já fazem parte da cultura e das redes sociais. Apostamos em uma linguagem leve, popular e altamente compartilhável para ampliar nossa presença durante a temporada e fortalecer ainda mais a identificação da marca com o público”, afirma Diego Santelices, Head de Comunicação e Mídia da Itaipava.

Mais do que uma campanha publicitária, a ação foi desenvolvida como uma plataforma de conteúdo com presença em diferentes canais. A proposta da marca é transformar o conceito em uma conversa contínua nas redes sociais, envolvendo creators, conteúdos nativos e ativações com influenciadores.

O filme também conta com a participação de MC Livinho, responsável pela música inédita criada especialmente para a campanha. Ouça aqui. Buscando ampliar o alcance para além da publicidade tradicional, a faixa pode ser conferida na íntegra nas principais plataformas de streaming.

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“Nosso objetivo é seguir impulsionando Itaipava como uma marca cada vez mais conectada ao que movimenta o consumidor brasileiro, combinando construção de marca, relevância cultural e impacto comercial. Ao integrar futebol, música e creators em uma plataforma robusta de comunicação, ampliamos alcance, reforçamos diferenciação e potencializamos resultados de negócio em todo o país”, destaca João Netto, Diretor de Marketing e Trade do Grupo Petrópolis.

A comunicação inclui ainda conteúdos exclusivos para redes sociais, ações com influenciadores e um clipe musical com participação de R10, estrelado por MC Livinho e Virginia Fonseca, também embaixadora da marca. O clipe conta com uma coreografia oficial desenvolvida para incentivar trends e desafios nas plataformas digitais, a ação amplia o potencial de compartilhamento e fortalece a presença de Itaipava em diferentes pontos de contato com o público.

“Nosso desafio era construir uma campanha que se comportasse como o entretenimento que as pessoas já consomem e compartilham diariamente. Por isso, apostamos em uma narrativa com humor sobre a vida do lendário Ronaldinho com música, personagens inesperados e easter eggs, pro consumidor descobrir novos elementos cada vez que assistir a peça. Uma forma de criar conversas e engajamento nas redes sociais.”, afirma Guilherme Aché, Diretor Executivo de Criação da WMcCANN.

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Com foco em entretenimento, engajamento e cultura pop, a Itaipava utiliza o território do futebol para fortalecer sua presença digital e ampliar a identificação com o público em um dos períodos mais estratégicos para a marca.

SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ) há 30 anos, Itaipava conquistou o consumidor brasileiro e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava.

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Cabaré Ice, Fest Drinks, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; o refrigerante It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.

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