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Flávia Moretti acredita que Várzea Grande precisa de uma Secretaria da Mulher

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A pré-candidata à prefeitura de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), participou na manhã desta segunda-feira (27), da rodada de entrevistas promovida pela Rádio Centro América FM com pré-candidatos, no programa Primeira Página, e afirmou que se eleita, pretende criar uma Secretaria Municipal voltada para os cuidados com a mulher. Flávia também debateu sobre a criação de um plano de desenvolvimento econômico para a cidade e da necessidade de reestruturação do Departamento de Água e Esgoto do município.

Em sua primeira pergunta, a liberal foi questionada sobre seu plano de governo em relação aos cuidados e atenção com as mulheres. Flávia relembrou que essa sempre foi uma das pautas mais defendidas em sua atuação na OAB.

“Não só em relação à violência contra as mulheres, mas também em relação a sua conquista de espaço na sociedade. Para dar uma atenção especial a isso, acredito que a criação de uma secretária especial da mulher é necessária, retirar esse atendimento da Secretaria de Assistência Social para que haja uma pasta específica para cuidar desse assunto tão delicado”, pontuou.

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Outro assunto, sempre em pauta, foi a questão do abastecimento de água no município, problema antigo e recorrente que assombra a população várzea-grandense. Perguntada sobre a solução deste problema, a pré-candidata afirmou que o departamento precisa passar por uma completa reformulação até chegar em uma possível privatização.

“O ideal seria iniciar esse processo com uma Parceria Público-Privada, para entender melhor a situação desse departamento sem que a população acabe sendo ainda mais afetada. Precisamos abrir essa caixa preta e entender o que realmente acontece para que esse problema persista por tanto tempo, e para isso precisamos manter o investimento público inicialmente, para só depois concluir a ideia de privatização”, explicou ao completar que os servidores da pasta precisam ser melhor aproveitados em suas funções.

Sobre o fato de Várzea Grande ter perdido nos últimos anos o status de cidade industrial, Flávia afirmou que é preciso que o município tenha definido um plano claro de desenvolvimento econômico.

“Essa questão de cidade industrial infelizmente vem se perdendo há décadas, e isso ocorre por falta de planejamento e investimento. O governo precisa criar políticas para atrair indústrias e investimentos para o município, e isso serve também para o comércio, precisamos de um plano de desenvolvimento econômico para resgatar essa característica de Várzea Grande, para assim criar postos de trabalho e gerar renda para nossa população”, afirmou.

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Prefeitura de SP constrói muro na Cracolândia para isolar área de usuários de drogas

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A Prefeitura de São Paulo ergueu um muro na Cracolândia, localizada no Centro da cidade, com cerca de 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, delimitando a área onde usuários de drogas se concentram. A estrutura foi construída na Rua General Couto Magalhães, próxima à Estação da Luz, complementada por gradis que cercam o entorno, formando um perímetro delimitado na Rua dos Protestantes, que se estende até a Rua dos Gusmões.

Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir mais segurança às equipes de saúde e assistência social, melhorar o trânsito de veículos na região e aprimorar o atendimento aos usuários. Dados da Prefeitura indicam que, entre janeiro e dezembro de 2024, houve uma redução média de 73,14% no número de pessoas na área.

Críticas e denúncias

No entanto, a medida enfrenta críticas. Roberta Costa, representante do coletivo Craco Resiste, classifica a iniciativa como uma tentativa de “esconder” a Cracolândia dos olhos da cidade, comparando o local a um “campo de concentração”. Ela aponta que o muro limita a mobilidade dos usuários e dificulta a atuação de movimentos sociais que tentam oferecer apoio.

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“O muro não só encarcerou os usuários, mas também impediu iniciativas humanitárias. No Natal, por exemplo, fomos barrados ao tentar distribuir alimentos e arte”, afirma Roberta.

A ativista também denuncia a revista compulsória para entrada no espaço e relata o uso de spray de pimenta por agentes de segurança para manter as pessoas dentro do perímetro.

Impacto na cidade

Embora a concentração de pessoas na Cracolândia tenha diminuído, o número total de dependentes químicos não foi reduzido, como destaca Quirino Cordeiro, diretor do Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Ele afirma que, em outras regiões, como a Avenida Jornalista Roberto Marinho (Zona Sul) e a Rua Doutor Avelino Chaves (Zona Oeste), surgiram novas aglomerações.

Custos e processo de construção

O muro foi construído pela empresa Kagimasua Construções Ltda., contratada após processo licitatório em fevereiro de 2024. A obra teve custo total de R$ 95 mil, incluindo demolição de estruturas existentes, remoção de entulho e construção da nova estrutura. A Prefeitura argumenta que o contrato seguiu todas as normas legais.

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Notas da Prefeitura

Em nota, a administração municipal justificou a construção do muro como substituição de um antigo tapume, visando à segurança de moradores, trabalhadores e transeuntes. Além disso, ressaltou os esforços para oferecer encaminhamentos e atendimentos sociais na área.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) reforçou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) atua na área com patrulhamento preventivo e apoio às equipes de saúde e assistência, investigando denúncias de condutas inadequadas.

A questão da Cracolândia permanece um desafio histórico para São Paulo, com soluções que, muitas vezes, dividem opiniões entre autoridades, moradores e ativistas.

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