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Análise: Palmeiras aprende lição e praticamente espanta o risco de zebra na Copa do Brasil

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Vantagem de dois gols para o jogo de volta em mata-mata é pouco? Pode até ser, mas para um time encaixado e que perde muito pouco pode significar uma vaga muito bem encaminhada. A vitória do Palmeiras sobre o Tombense por 4 a 2, de virada, pode ser usada como exemplo para essa teoria que acabei de criar.

A explicação para reforçar a tese é um exemplo recente: o Água Santa venceu o Palmeiras por 2 a 1 no primeiro de dois jogos da final do Campeonato Paulista. Mesmo assim, a vantagem acabou rapidamente diante de uma atuação letal dos comandados por Abel Ferreira.

Foi consenso entre os jogadores do Palmeiras que o relaxamento foi a principal causa da derrota para o Água Santa. Dito isso, a atuação contra o Tombense esteve longe da morosidade vista contra o time de Diadema no jogo de ida. E é por isso que fica ainda mais complicado ter de vencer o Verdão, mesmo como mandante e com a torcida a favor. O jogo com mando do Tombense será no dia 26.

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Os números podem ilustrar a dificuldade de precisar vencer o Palmeiras para avançar de fase ou ser postulante ao título de qualquer que seja o campeonato. Nos últimos 98 jogos, o Verdão foi derrotado apenas nove vezes. Foram 64 vitórias e outros 25 empates.

O Verdão terá três compromissos até reencontrar o Tombense no segundo e decisivo jogo que vale não só uma vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil, como também R$ 3,3 milhões pela classificação.

No caminho do Verdão até o jogo de volta estão Cuiabá e Vasco (ambos pelo Brasileirão) e o Cerro Porteño, pela segunda rodada da Conmebol Libertadores. Claro que o jogo mata-mata vale e muito, mas começar bem o principal campeonato de clubes do Brasil e se recuperar da derrota na estreia do torneio sul-americano são fundamentais para uma caminhada mais tranquila na sequência do ano.

E a vitória contra o Tombense, por mais que possa parecer reversível, é gigante para um time como o Palmeiras. A lição do Campeonato Paulista foi aprendida.

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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