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Após boa estreia, Nicole mira vaga na final do skeleton neste sábado
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Esperança de medalha para o Brasil na Olimpíada de Inverno, a gaúcha Nicole Silveira, do skeleton, estreou bem na madrugada de hoje (11). A gaúcha, de 27 anos, ficou em 14º lugar nas primeiras duas qualificatórias e volta à pista de gelo neste sábado (12), às 9h20 (horário de Brasília) para a terceira e decisiva prova, que classifica para a disputa final por medalhas, que ocorrerá na sequência. As atletas com os 20 melhores tempos brigarão pelo pódio no Centro Nacional de Esportes de Pista, em Yanqing (China). A australiana Jaclyn Narracott fez o melhor tempo (2min04s34), seguida das alemãs HAnnah Neise (2min04s55) e Tina Hermann (2min04s57). 

“Com o desempenho, eu posso ficar feliz. As curvas que estava focando nos treinos, consegui acertar. Os lugares que errei não eram os que eu estava perdendo muito tempo. Foram duas curvas que me fizeram perder a velocidade. Se você olhar os intervalos, estava indo bem, ficando até na frente de algumas atletas que terminaram em posições acima da minha. Então, é rever os vídeos para melhorar amanhã”, analisou Nicole, a primeira representante do Brasil na modalidade em Jogos de inverno.
ALGUÉM ANOTOU A PLACA? 👀
Nicole Silveira voou 🚀 na 2ª bateria: 01:02:95.
Gueeenta 💚💛 que é só o começo. Dia 12 tem mais!
📸 Wander Roberto/ @ANOC_olympic pic.twitter.com/jbTPzdiO5U
— Time Brasil (@timebrasil) February 11, 2022
Na primeira descida nesta sexta (11), a slider (competidor de skeleton) fez o 12º melhor tempo (1min02s58) na bateria, e depois ficou na 13ª posição (1min02s95) entre 25 participantes. Mas a gaúcha pode baixar ainda mais seu tempo: no último treino oficial ela conseguiu concluir a descida em 1min02s29,
Apelidada como “a braba do gelo” nas redes sociais em novembro passado, quado conquistou a Copa América, no Canadá, a gaúcha se surpreendeu com o apoio da torcida na estreia. Embora tenha nascido no Brasil, Nicole mora no Canadá desde a infância.
“Eu estava indo dormir e o Brasil estava acordado, mas parei para ver as mensagens e achei que era surreal. Muita felicidade ter a torcida do Brasil inteiro. Tive que silenciar o celular para poder focar só em descer na pista. Às vezes, é difícil acreditar que está todo mundo torcendo por mim. Cada mensagem me motiva mais e dá um impulso para fazer o meu melhor”, revelou a atleta em depoimento ao Comitê Olímpico do Brasil (COB).
O primeiro dia de competição em Jogos Olímpicos de Nicole Silveira. Nunca esqueceremos! 💙#VaiNicole
📷 Alexandre Castello Branco/COB pic.twitter.com/Yus9OtXTzi
— CBDG (@CBDGbr) February 11, 2022
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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