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Após duelo com o Cuiabá, Rogério Ceni relembra início no Sinop e destaca poder do agro no MT; “sustenta o Brasil”

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Após a partida contra o Cuiabá no domingo, na Arena Pantanal, o técnico do São Paulo, Rogério Ceni, relembrou sua passagem pelo Sinop Futebol Clube, clube onde iniciou sua carreira no futebol antes de fazer história no clube paulista. O ex-jogador também detalhou sua estreia com o Galo do Norte e ressaltou seu carinho por Mato Grosso. 

“Meu pai viria, mas já é um pouco mais difícil para ele sair de Sinop. Mas é uma importância muito grande. Foi aqui nesse estado que comecei a carreira, num jogo que o goleiro se machucou contra o Mixto aqui em Cuiabá, há 32 anos atrás. Joguei em Cáceres também, que é aqui pertinho, na minha primeira partida como profissional aos 17 anos pelo Sinop “, relembrou em entrevista coletiva. 

Ceni revelou que visita todos os anos os familiares no Mato Grosso e destacou o poder do agronegócio na região. “Quase todos os anos eu venho visitar minha família. Desde a década de 80, minha família, meu pai, minha mãe já falecida, meus irmãos todos moram aqui. É o estado responsável por grande parte do PIB brasileiro com o agronegócio, que sustenta o Brasil principalmente nesse momento de crise”, finalizou. 

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Só Notícias/Kelvin Ramirez (foto: assessoria)

 

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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