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Após títulos, Beatriz Haddad Maia será cabeça de chave em Wimbledon

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A paulistana Beatriz Haddad Maia foi confirmada, nesta terça-feira (21), como cabeça de chave número 23 (entre 32 atletas) do Torneio de Wimbledon, em Londres (Grã-Bretanha), um dos quatro maiores torneios do tênis mundial, os Grand Slams. É a primeira vez que uma brasileira alcança o feito desde 1968, com Maria Esther Bueno no US Open, em Nova York (Estados Unidos).

Atualmente em 29º lugar no ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, sigla em inglês), Bia se credenciou ao posto após os títulos em Nottingham e Birmingham, também em solo britânico, nas últimas duas semanas. Ambos são torneios de nível WTA 250 (terceiro escalão do circuito mundial de elite, atrás dos WTA 500 e 1.000).

A boa fase da brasileira, que segue na Grã-Bretanha, prosseguiu nesta terça, com a vitória sobre a estoniana Kaia Kanepi (39ª) por dois sets a um (6/4, 3/6 e 6/3), na estreia do WTA 500 de Eastbourne. Foi o 11º triunfo seguido da paulistana de 26 anos, que tem a maior sequência invicta em quadras de grama no tênis feminino (em simples) desde que a norte-americana Serena Williams ficou 20 jogos sem perder entre 2015 e 2018. Na próxima fase, Bia encara a britânica Jodie Burrage, que bateu a espanhola Paula Badosa, número 4 do mundo e principal favorita do torneio.

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Serena, inclusive, será uma atração à parte em Wimbledon. Sete vezes campeã de simples, a veterana de 40 anos estará em quadra pela primeira vez após se contundir na estreia da própria competição em solo britânico, há um ano.

Além de Bia, Laura Pigossi também representará o tênis brasileiro feminino em Wimbledon, encerrando um tabu de 33 anos da última vez que o país teve duas jogadoras na chave principal de um Grand Slam, com Niege Dias e Andrea Vieira no Torneio de Roland Garros, em Paris (França). A paulistana de 27 anos, 124ª do ranking mundial, garantiu-se com a desistência da japonesa Naomi Osaka, ex-número um do mundo, que não se recuperou a tempo de uma lesão no tendão de Aquiles.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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