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Bia Ferreira e Keno Marley são campeões do torneio de boxe de Strandja

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O desfecho do torneio de boxe de Strandja, na Bulgária, foi o melhor possível para o esporte brasileiro. Abner Teixeira já havia garantido um bronze para o país e, neste domingo (26), Bia Ferreira e Keno Marley somaram mais dois ouros para o Brasil. Com isso, o boxe nacional alcançou sua melhor performance em 74 anos de história da competição.

A primeira a subir no ringue foi Bia Ferreira, pela final da categoria 60 kg. A medalhista de prata nos Jogos de Tóquio venceu os três rounds diante da chinesa Yang Wenlu e foi consagrada vitoriosa por decisão unânime dos juízes. Este foi o terceiro título da baiana em Strandja.

Já Keno Marley teve pela frente um velho conhecido e recente carrasco. O equatoriano Julio Castillo havia derrotado o brasileiro na final dos Jogos Sul-Americanos em 2022, mas desta vez Keno se impôs, vencendo os dois primeiros rounds e sendo declarado campeão da categoria 92 kg também por decisão unânime dos juízes. Foi a primeira vez que um atleta masculino do país sagrou-se campeão em Strandja.

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Com dois ouros e um bronze, o resultado em 2023 superou o de 2019, quando o Brasil voltou com um ouro e três bronzes. 

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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