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Bia Haddad leva Brasil às semifinais de duplas no Aberto da Austrália

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A paulista Bia Haddad e a cazaque Anna Danilina garantiram presença nas semifinais de duplas do Aberto da Austrália que ocorrerão amanhã (26), em horário ainda a ser definido. A parceria Brasil-Cazaquistão venceu de virada, após duas horas de partida, a dupla da sueca Rebecca Peterson com a russa Anastasia Potapova, por 2 sets a 1 (parciais de 4/6 7/5 e 6/3).  

No próximo duelo, Haddad e Danilina enfrentarão as japonesas Shuko Aoyama e Ena Shibahara, velhas conhecidas: no último dia 15, a dupla asiática foi derrotada pela parceria Brasil-Cazaquistão na semi do WTA 500 de Sidney, vencido dias depois por Haddad e Danilina. 

“Agora é o momento da gente buscar o nosso melhor, de se expor, de enfrentar nossas emoções e de focar no nosso jogo. As adversárias são experientes e entrosadas, um pouco diferente das meninas que enfrentamos hoje, então é seguir desfrutando e estar sempre competitiva, que acho que é o que está fazendo a diferença”, analisou Haddad após a vitória, a oitava consecutiva ao lado de Danilina desde o início da temporada.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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