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Brasil arrasa adversárias e alcança a semi no Sul-Americano de Rugby

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No primeiro de dois dias de competição em Saquarema (RJ), a seleção brasileira feminina de rugby sevens (rugby com sete atletas de cada lado) não deu chances às adversárias e avançou para a semifinal do Sul-Americano com três vitórias acachapantes. Foram apenas cinco pontos sofridos no total, com dois jogos com a defesa intacta. Agora, as Yaras encaram a Argentina, mirando o 20º título da competição em vinte participações. O duelo com as argentinas está marcado para as 10h44 deste sábado (11).

No rugby sevens, as partidas têm duração de 14 minutos, divididos em dois tempos de sete minutos cada. Assim que um jogo acaba, o outro começa imediatamente. Diante dos torcedores brasileiros no Estádio Elcyr Resende de Mendonça, em Saquarema, a equipe brasileira simplesmente atropelou os demais três times do grupo A. A estreia foi com triunfo por 49 a 5 diante da Guatemala. As outras duas seleções não conseguiram pontuar contra o Brasil: vitórias por 37 a 0 contra o Uruguai e 32 a 0 contra o Paraguai.

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As Yaras avançaram em primeiro e o Paraguai ficou com a segunda vaga. No grupo B, a Colômbia fechou em primeiro com a Argentina ficando em segundo e marcando encontro com o Brasil. 

Batendo as argentinas, a seleção brasileira entrará em campo para decidir o título às 16h34. Esta é a 21ª edição do torneio, que só teve um campeão diferente do Brasil: a Colômbia venceu em 2015, quando as Yaras não estiveram presentes, por já terem vaga nos Jogos Olímpicos do Rio, no ano seguinte (o torneio funcionou como Pré-Olímpico). 

Esta é a sétima vez que o Sul-Americano é realizado em território brasileiro. A seleção nunca perdeu um jogo pela competição em toda a sua história. No entanto, tem uma derrota contra um país sul-americano em jogos oficiais: para a Colômbia, na disputa do bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019.

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Edição: Fábio Massalli

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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