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Brasil bate Porto Rico em dia inspirado de Carol no Mundial de Vôlei
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A seleção brasileira sobrou diante de Porto Rico nesta quinta-feira (6), no Mundial de Vôlei Feminino em Roterdã (Holanda). A equipe comandada pelo técnico José Roberto Guimarães venceu por 3 sets a 0 (25/11, 25/13 e 25/15), em dia inspirado da central Carol no bloqueio. As próximas adversárias do Brasil (Grupo E) serão as anfitriãs holandesas, às 15h15 (horário de Brasília) desta sexta-feira (7). Bicampeã olímpica, a seleção busca o título inédito do Mundial.

Carolana, pode falar ou ta bloqueando? 📞🏐 pic.twitter.com/dodynSwq9Y
— Time Brasil (@timebrasil) October 6, 2022
Carol anotou 16 acertos (sede deles no bloqueio, sete no ataque e dois de saque) no duelo de hoje (6). Com o bom desempenho diante das portorriquenhas, a central se tornou a melhor bloqueadora do Mundial, ao totalizar 29 pontos.
“O time está muito focado e fizemos o nosso melhor em toda a partida. Conseguimos dar rodagem para todas as jogadoras e isso é importante para a sequência da competição. O Mundial é uma competição longa e precisamos de todas as jogadoras. Agora vamos pensar na Holanda que cresceu, tem feito bons jogos e vai jogar em casa”, disse Carol, em depoimento à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).
Na abertura da segunda fase do Mundial, na última terça (4), as brasileiras já haviam triunfado por 3 sets a 2 sobre a Itália, uma das favoritas ao título. A segunda melhor performance do país nesta quinta (6) foi a ponteira Pri Daroit, que marcou 11 pontos (sete de ataque, dois de bloqueio e dois de saque).
“Foi mais uma vitória importante para a sequência da competição. Porto Rico tem um bloqueio alto e conseguimos ter lucidez em toda a partida. O jogo também foi bom para todas as jogadoras ganharem ritmo de jogo”, completou Pri.
Deu Brasil! 🇧🇷✨
Vitória tranquila da #seleçãofeminina por 3 sets a 0 (25/11, 25/13 e 25/15) sobre Porto Rico, em Roterdã, na Holanda, pela segunda fase do #CampeonatoMundial e que deu rodagem a toda equipe.
A central Carol foi a maior pontuadora da partida, com 16 acertos. 🤩 pic.twitter.com/cetfPBvQJK
— CBV (@volei) October 6, 2022
O Brasil disputa a segunda fase do Mundial no Grupo E com outras sete nações (Itália, China Bélgica, Japão, Holanda (Países Baixos), Porto Rico e Argentina). No Grupo F estão mais oito equipes: Sérvia, Estados Unidos, Turquia, Tailândia, República Dominicana, Polônia, Canadá e Alemanha.
Nesta etapa, as nações não repetem os mesmos confrontos da primeira fase, ou seja, o Brasil não terá mais de encarar Japão, China e Argentina. Avançam às quartas de final as quatro seleções primeiras colocadas em cada chave.
A seleção brasileira disputa o Mundial com as levantadoras Macris e Roberta, as opostas Kisy e Lorenne, as ponteiras Gabi, Rosamaria, Pri Daroit e Tainara, as centrais Carol, Carol Gattaz, Julia Kudiess e Lorena, as líberos Nyeme e Natinha.
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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