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Brasil emplaca sete surfistas na 3ª fase masculina em Peniche

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O Brasil segue sobrando na etapa de Peniche (Portugal), a terceira do Circuito Mundial de Surfe (WSL, sigla em inglês). Nesta sexta-feira (4), segundo dia de  disputas masculinas, mais quatro dos oito inscritos avançaram à terceira fase (round 3): Filipe Toledo, Caio Ibelli, João Chianca (Chumbinho) e Miguel Pupo. Eles se juntam aos compatriotas Ítalo Ferreira, Samuel Pupo e Jadson André, classificados ontem (3). Os sete brasileiros voltam a competir às 5h (horário de Brasília) deste sábado (5) na Praia dos Supertubos.

O campeão olímpico Ítalo Ferreira abrirá a série de 16 baterias. O potiguar enfrentará o havaiano Imaikalani deVault por uma vaga nas oitavas de final. Na sequência tem embate dos irmãos Pupo: ou Miguel, ou Samuel seguirá na etapa de Peniche. Na bateria cinco a disputa será entre o paulista Filipe Toledo e o australiano Owen Wright. Representando Saquarema (RJ), João Chumbinho terá como adversário o norte-americano Conner Coffin na bateria sete. E fechando a participação tupiniquim neste sábado (5) estará o potiguar Jadson André contra o norte-americano Griffin Colapinto na bateria 15;  e o paulista Caio Ibelli contra o  multicampeão Kelly Slater, dos Estados Unidos, na bateria 16.

Quem já está garantida nas oitavas da chave feminina é a gaúcha Tatiana Weston-Webb  que se classifcou ontem (3), ao terminar sua bateria na segunda posição. 

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O paulista Deivid Silva, o DVD, fez sua estreia em Peniche na manhã desta sexta (4), mas ficou em terceiro lugar na bateria. Ele chegou a disputar a repescagem, mas não avançou. 

Terceira fase da etapa Peniche

bateria 1-  Italo Ferreira (BRA) x Imaikalani deVault (HAV)

bateria 2 – Miguel Pupo (BRA) x Samuel Pupo (BRA)

bateria 3 – Jordy Smith (AFS) x Barron Mamiya (HAV)

bateria 4 –  Morgan Cibilic (AUS) x Connor O’Leary (AUS)

bateria 5 –  Filipe Toledo (BRA) x Owen Wright (AUS)

bateria 6 – Leonardo Fioravanti (ITA) x Jake Marshall (EUA)

bateria 7 – Conner Coffin (EUA) x João Chumbinho (BRA)

bateria 8 – Jack Robinson (AUS) x Callum Robson (AUS)

bateria 9 – Kanoa Igarashi (JAP) x Justin Becret (FRA)

bateria 10 – Ezekiel Lau (HAV) x Frederico Morais (PRT)

bateria 11 – Ethan Ewing (AUS) x Nat Young (EUA)

bateria 12 -John John Florence (HAV) x Ryan Callinan (AUS)

bateria 13 – Seth Moniz (HAV) x Jackson Baker (AUS)

bateria 14 – Kolohe Andino (EUA) x Lucca Mesinas (PER)

bateria 15 –  Griffin Colapinto (EUA) x Jadson André (BRA)

bateria 16 – Kelly Slater (EUA) x Caio Ibelli (BRA

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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