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Brasil fatura ouro e prata no Desafio de Bocha Paralímpica em Roma

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A dupla brasileira Matheus Carvalho e Evelyn Oliveira faturou a medalha de ouro nesta terça-feira (13) na disputa de pares BC3 no Desafio Internacional de Bocha Paralímpica, em Roma (Itália).  No último dia do torneio, que serve de preparatório para o Campeonato Mundial no Rio de Janeiro – de 5 a 13 de dezembro – também teve prata do trio Iuri Tauan, Andreza Vitória e Maciel Santos na competição por equipes BC1/BC2. 

A delegação nacional encerra a participação em Roma com cinco medalhas. Nas disputas individuais na segunda (12), Matheus Carvalho e Andreza Vitória de Oliveira foram prata, e Evelyn Oliveira bronze.

“Essa competição aqui na Itália foi quase um pré-mundial pelo nível que estava de países e quantidade de atletas. Essa medalha de ouro dá um gás para irmos em busca de mais dois ouros: um no Bahrein e outro no mundial”, analisou Matheus Carvalho, campeão na disputa de pares ao lado da medalhista Evelyn Oliveira (ouro na Rio 2016). A dupla superou adversários turcos (prata) e tailandeses (bronze) na classe BC3 ( atletas que usam instrumentos auxiliares e podem ser ajudados por outra pessoa).

Na disputa por equipes BC1/BC2, o trio brasileiro perdeu a briga pelo ouro para a Hong Kong, que venceu por 8 a 3. O bronze ficou com a Tailândia.  Na classe BC1 os atletas jogam com mãos ou pés, podendo ter um auxiliar que lhes entregue as bolas, o que não ocorre na BC2, na qual não é permitida ajuda.

Iuri Tauan (BC2), Andreza Vitória (BC1) e Maciel Santos (BC2) conquistaram a prata na disputa por equipes BC1/BC2 no Desafio Internacional de Bocha Paralímpica - em 13/09/2022 Iuri Tauan (BC2), Andreza Vitória (BC1) e Maciel Santos (BC2) conquistaram a prata na disputa por equipes BC1/BC2 no Desafio Internacional de Bocha Paralímpica - em 13/09/2022

Iuri Tauan (BC2), Andreza Vitória (BC1) e Maciel Santos (BC2) conquistaram a prata nesta terça-feira (13) na disputa por equipes no Desafio Internacional de Bocha Paralímpica, em Roma – Divulgação/Ande

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A delegação brasileira viajou à Roma com 10 atletas, e para parte deles – classes BC1, BC2 e BC4 – foi a última competição antes do Mundial no Rio de Janeiro.  O calendário para os demais prevê ainda a etapa da Copa do Mundo em Bahrein, de 4 a 12 de novembro.

O Campeonato Mundial de Bocha Paralímpica reunirá mais de 170 atletas de 40 países de 5 a 13 de dezembro no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, na zona oeste da capital fluminense. A entrada será gratuita.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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