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Brasil perde da Suécia, em último jogo antes da Copa América Feminina

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A seleção feminina de futebol foi superada pela Suécia no segundo e último amistoso europeu de preparação para a Copa América. Nesta terça-feira (28), as brasileiras saíram na frente, mas não suportaram a pressão das anfitriãs e perderam de virada, por 3 a 1, na Friends Arena, em Estocolmo.

A técnica Pia Sundhage (que é sueca) fez mudanças em relação ao time superado pela Dinamarca, por 2 a 1, na última quinta-feira (24), em Copenhague. A lateral Fê Palermo, que atuou pela esquerda na capital dinamarquesa, foi para a lateral direita (antes ocupada por Letícia Santos), com Tamires assumindo o lado oposto. A volante Duda Santos deu lugar a Angelina, enquanto a meia Ary Borges entrou na vaga da atacante Bia Zaneratto.

Os primeiros 45 minutos foram de bastante equilíbrio, com o Brasil tendo as oportunidades mais claras. Aos 25, Tamires cruzou pela esquerda e acertou a trave. Nos acréscimos, aos 47 minutos, Adriana chutou da entrada da área, a goleira Hedvig Lindahl deixou a bola escapar e a também meia Kerolin quase completou para as redes.

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As brasileiras mantiveram a postura na volta do intervalo e não demoraram a abrir o placar. Aos quatro minutos, Angelina lançou Fê Palermo pela direita. A lateral esticou para Debinha, que invadiu a área e bateu no canto de Lindahl.

O gol modificou o cenário da partida, com o Brasil se fechando para sair nos contra-ataques e dando campo à Suécia, que passou a pressionar. O recuo brasileiro se mostrou excessivo e as anfitriãs tomaram a dianteira no marcador. Aos 19 minutos, a meia Johanna Kaneryd tomou a bola próxima à área, driblou a zagueira Rafaelle e bateu na diagonal para empatar o jogo. Dois minutos depois, a lateral Jonna Andersson cruzou pela direita e a atacante Lina Hurtig cabeceou sem chances para Lorena.

Mais inteiras, as suecas continuaram a comandar as ações ofensivas e ampliaram aos 43 minutos. A atacante Stina Blackstenius recebeu nas costas da zaga e tocou por cobertura, na saída de Lorena, fazendo um golaço. As europeias quase marcaram o quarto nos acréscimos, com a zagueira Magdalena Ericsson finalizando na pequena área, para grande defesa da goleira brasileira.

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O próximo compromisso do Brasil será a Copa América, na Colômbia. A estreia será no próximo dia 9 de julho, contra a Argentina. As brasileiras estão no Grupo A, com sede na cidade de Armenia, ao lado de Uruguai, Venezuela e Peru. As três melhores equipes da competição vão à Copa do Mundo do ano que vem, em Austrália e Nova Zelândia. O campeão assegura vaga na Olimpíada de Paris (França), em 2024.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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