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Brasil permanece na vice-liderança do ranking de seleções da Fifa

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A Fifa anunciou nesta quinta-feira (10) o primeiro ranking de seleções no ano da Copa do Mundo do Catar. O Brasil continua ocupando a vice-liderança da lista, atrás da líder Bélgica. O grande destaque foi o Senegal, que, após conquistar a Copa Africana de Nações no último final de semana, alcançou a sua melhor posição na história do relação.

A seleção brasileira permanece na segunda posição do ranking, agora com 1823,42 pontos, após os dois últimos jogos pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Mundial de 2022 (empate em 1 a 1 com o Equador e vitória por 4 a 0 sobre o Paraguai). Como os belgas (que têm 1828,45 pontos) não entraram em campo em janeiro, a equipe de Tite alcançaria a ponta da classificação caso também tivesse superado os equatorianos.

A terceira posição é ocupada pela França. E o top 10 é completado por Itália, Inglaterra, Argentina, Espanha, Portugal, México e Dinamarca.

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Vale destacar também Senegal, a equipe do atacante Sadio Mané, que, no último domingo (6), bateu o Egito do seu companheiro de Liverpool (Inglaterra) Mohamed Salah na final da Copa Africana de Nações para vencer a competição pela primeira vez na história. Essa conquista levou os Leões de Teranga a uma posição inédita no ranking de seleções da Fifa, a 18ª.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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