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Brasil vira sobre Uruguai e segue invicto na AmeriCup de basquete

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O Brasil encerrou a primeira fase da AmeriCup, a Copa América de basquete masculino, que é disputada na Arena Geraldão, em Recife, com 100% de aproveitamento. Nesta segunda-feira (5), os brasileiros venceram o Uruguai por 76 a 66, de virada, pela terceira e última rodada do Grupo A.

O armador uruguaio Luciano Parodi, com 17 pontos, foi o cestinha da partida. O pivô brasileiro Cristiano Felício, com 14 pontos e nove rebotes, por sua vez, acabou escolhido como melhor em quadra.

Os brasileiros concluíram a participação no Grupo A com três vitórias em três jogos e 59 pontos marcados de saldo. A seleção da casa espera a definição dos grupos B e C para saber quem enfrentará nas quartas de final na quinta-feira (8), às 20h10 (horário de Brasília). A campanha mais positiva na primeira fase terá pela frente a classificada de desempenho mais fraco, a segunda melhor pega a segunda pior e assim por diante.

O técnico Gustavo de Conti escalou o Brasil com duas novidades em relação à equipe que venceu a Colômbia no sábado (3), com o pivô Lucas Mariano e o ala/pivô Rafael Mineiro nos lugares de Augusto Lima e Lucas Dias, respectivamente. A defesa verde e amarela, que vinha se destacando nas partidas anteriores, foi mal no primeiro quarto, cedendo 26 pontos aos uruguaios, sendo 12 em bolas de três. Com nove pontos, Parodi foi o destaque dos dez minutos iniciais.

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Com as entradas de Felício, do ala/armador Georginho, do armador Yago e do ala Didi, no desenrolar do primeiro tempo, os brasileiros esboçaram reação no segundo período, mas o baixo aproveitamento nos arremessos (seis cravadas em 17 tentativas, sendo 11 de três pontos, com somente dois acertos) pouco impactou a vantagem do rival. O Uruguai foi para o intervalo vencendo por 43 a 35, ainda liderado por Parodi.

O cenário mudou no segundo tempo, com Felício dominando o garrafão e Lucas Mariano, de volta a quadra e afiado nos arremessos. A defesa também se ajustou, permitindo apenas 13 pontos ao Uruguai. Restando três minutos para o fim do terceiro quarto, Yago acertou uma bola de três e colocou o Brasil na frente pela primeira vez. A seleção de Gustavinho foi para os dez minutos finais ganhando por 58 a 57, anotando 22 pontos no período.

A vantagem tranquilizou o Brasil. Desgastado e bem marcado, o Uruguai e acertou apenas quatro dos 12 arremessos que tentou, enquanto os anfitriões tiveram aproveitamento quase perfeito no garrafão, com cinco chutes certos e apenas um erro. Os brasileiros administraram o resultado e ainda ampliaram a vantagem, fazendo 19 a 10 no período e fazendo a festa da torcida no Geraldão.

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Tetracampeão, o Brasil não conquista o torneio desde 2009, quando venceu o anfitrião Porto Rico na final. Na edição anterior, em 2017, disputada em Argentina, Colômbia e Uruguai, a décima posição (entre 12 seleções) custou aos brasileiros um lugar nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), dois anos depois.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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