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Brasileiras conquistam dois ouros na Copa do Mundo de halterofilismo
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As brasileiras Mariana D’Andrea e Márcia Menezes conquistaram, neste sábado (17), medalhas de ouro na etapa de Dubai (Emirados Árabes Unidos) da Copa do Mundo de halterofilismo. O país também foi ao pódio com Tayana Medeiros (prata) e Caroline Alves (bronze), totalizando 11 na competição, iniciada na última quinta-feira (15).

Campeã paralímpica em Tóquio (Japão) no ano passado, Mariana levantou 135 quilos (kg) para garantir o ouro na categoria até 73 quilos, deixando para trás as japonesas Takako Tatsukawa (73 kg) e Karin Morisaki (70 kg). Márcia, por sua vez, venceu a categoria acima de 86 kg, erguendo 116 kg, ficando à frente da sul-coreana Choe Sujeong (103 kg) e da emiradense Ayesha Almutaiwei (66 kg).
GOLD FOR BRAZIL 🇧🇷
Mariana D’Andrea lifted 135kg in the Women’s Up to 73kg event and makes the National anthem of Brazil be played at the Dubai Club For People of Determination.
📺 Watch live: https://t.co/oPFwfWEMO5
📊 Live results: https://t.co/onBDpd7bQN pic.twitter.com/gSwFIbCQV5— #ParaPowerlifting (@Powerlifting) December 17, 2022
Na categoria até 86 kg, Taiana quebrou o próprio recorde das Américas ao levantar 129 kg, três quilos a mais que a marca registrada em julho. A brasileira ficou atrás da jordaniana Tharwh Alhajaj (134 kg), e a chilena Marion Guajardo (125 kg) completou o pódio. Por fim, na categoria até 79 kg, Caroline ergueu 109 kg, garantindo o bronze no desempate com a iraquiana Gharam Alosmanee. O ouro ficou com Nacera Merar, da Argélia (125 kg), enquanto Asma Issa, da Jordânia, levou a prata (123 kg).
Antes dos quatro pódios deste sábado, o Brasil já tinha cinco medalhas nesta Copa do Mundo de Dubai. Foram três ouros, com Lara Aparecida (até 41 kg) e Maria Rizonaide (até 50 kg) e Naira Cruz (até 61 kg), uma prata, com Bruno Carra (até 54 kg), e dois bronzes, com João França Júnior (até 54 kg) e Maria Fátima de Castro (até 67 kg).
A participação brasileira na competição termina neste domingo (18), na disputa por equipes femininas. O país é representado, em Dubai, por 15 atletas, todos com experiência prévia em torneios obrigatórios para classificação à Paralimpíada de Paris (França), em 2024. Eles também possuem marcas, registradas entre 22 de novembro do ano passado e 8 de outubro de 2022, que estão entre as dez melhores do mundo nas respectivas categorias.
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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