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Brasileiras vencem revanche paralímpica e vão ao Mundial de Goalball

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A seleção feminina de goalball está classificada para o Mundial da modalidade, que será realizado em Hanghzou (China), entre 6 e 18 de junho. As brasileiras conquistaram a vaga nesta segunda-feira (21), ao derrotarem Chile e Estados Unidos – em vitória com gosto de revanche – e avançarem à final do Campeonato das Américas, disputado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A decisão será nesta terça-feira (22), às 10h50 (horário de Brasília), contra Canadá ou Argentina.

No goalball, quando uma equipe abre dez gols de diferença, a partida chega ao fim, antes de serem completados os 20 minutos (dez em cada tempo). Foi assim que o Brasil liquidou o duelo com as chilenas, pelas quartas de final, vencendo por 10 a 0, com gols de Jéssica (quatro), Moniza (três), Kátia, Danielle Longuini e Larissa.

O confronto seguinte, contra as norte-americanas, reeditou a semifinal da Paralimpíada de Tóquio (Japão), vencida pelas rivais na disputa de pênaltis, após empate por 2 a 2 no tempo normal. Desta vez, deu Brasil. Com boa atuação defensiva e gols de Jéssica (três) e Moniza (dois), ambas remanescentes dos Jogos, a seleção brasileira ganhou por 5 a 4. A equipe dos EUA teve um pênalti a favor a seis segundos do fim, mas Jéssica – com a ponta do pé – fez a defesa salvadora.

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As brasileiras avançaram à final com uma campanha perfeita: sete vitórias em sete jogos. Em cinco dos triunfos, a diferença foi de dez gols e a partida terminou antes do fim. Na primeira fase, a equipe dirigida pelo técnico Jonatas Castro bateu Venezuela (10 a 0), Colômbia (11 a 1), Guatemala (10 a 0), Peru (10 a 0) e México (8 a 1). As meninas foram vice-campeãs nas três edições anteriores da competição (2005, 2013 e 2017).

Homens também na final

A seleção masculina também se assegurou na final do Campeonato das Américas ao superar Porto Rico (10 a 0) e Colômbia (13 a 3) nesta segunda, respectivamente, pelas quartas de final e semifinal. A decisão será nesta terça, às 12h, contra os Estados Unidos. Parazinho foi o destaque das partidas, marcando nove gols ao todo. Dantas anotou oito gols, seguido por Leomon (cinco – todos contra os colombianos) e Emerson (um).

Entre os homens, o Brasil também venceu os sete jogos disputados, sempre por dez gols de diferença. Na primeira fase, a seleção comandada por Alessandro Tosin, atual campeã paralímpica, bateu Colômbia (10 a 0), Chile (10 a 0), Argentina (14 a 4), Venezuela (13 a 3) e Peru (10 a 0). Campeão das Américas na última edição, em 2017, o time masculino ficou em terceiro lugar em 2013 e quarto em 2005.

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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