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Calderano passa japonês e agora é o 3º melhor mesatenista do mundo
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O carioca Hugo Calderano, de 25 anos, se tornou neste domingo (30) o número 3 do mundo no tênis de mesa e, de quebra, passou a ser o maior jogador das Américas, ultrapassando o norte-americano Sol Schiff, que detinha a posição desde 1938. 

No ranking mundial de fevereiro, antecipado excepcionalmente para hoje (30) pela Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF, sigla em inglês), o brasileiro desponta em terceiro lugar (4913 pontos), antes ocupado pelo Tomokazu Harimoto (agora com 4.608). Calderano só está atrás de chineses – Fan Zhendong (8.598) e Ma Long (5.404) – considerados os melhores do mundo há gerações.
NÚMERO 3 DO MUNDO! 🏓@hugocalderano alcança pela primeira vez o Top 3 do ranking mundial!
1️⃣ Fan Zhendong 🇨🇳 – 8598
2️⃣ Ma Long 🇨🇳- 5404
3️⃣ Hugo Calderano 🇧🇷 – 4913Ninguém segura o Hugo! 🚀🚀🚀 pic.twitter.com/iZTw8J50yY
— Time Brasil (@timebrasil) January 30, 2022
Mesmo sem conquistas recentes, em razão do recesso do fim de ano, o mesatenista carioca subiu de posição devido à regularidade e ao bom desempenho no ano passado, segundo análise da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM). Na Olimpíada de Tóquio (Japão), Calderano se classificou às quartas de final e em setembro conquistou o maior título dele na carreira: o WTT Star Contender de Doha, importante etapa do circuito mundial.
Outros brasileiros também subiram na atualização do ranking da ITTF. No feminino, Bruna Takahashi ascendeu sete posições e agora é a 32ª colocada, posição inédita para uma mesatenista do país. Já Vitor Ishiy subiu três postos e passou a ocupar o 53° lugar no masculino, 12 posições atrás de Gustavo Tsuboi, na 41ª colocação.
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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