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Cátia Oliveira fatura 2ª prata em Aberto Paralímpico de Tênis de Mesa

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A brasileira Cátia Oliveira, vice-campeã mundial na classe 2 (cadeirantes)  conquistou nesta quinta-feira (21) sua segunda medalha de prata no Aberto Paralímpico da Tailândia, competição que mais pontua no circuito mundial da modalidade (fator 40).  Em parceria com o sul-coreano Kim Young-gun, a paulista venceu nesta madrugada a dupla mista local (Pattaravadee Wararidamrongkul e Busree Wawaeni) por 3 sets a 0, com parciais de 11/7,11/7 e 11/4. 

Com o triunfo de hoje, Cátia e Young-gun terminaram na segunda colocação do grupo único na classe XD 7 (soma das classes de cada atleta da dupla), com cinco pontos. Foram duas vitórias e um revés, exatamente para os atletas da casa Wanchai Chaiwut e Dararat Asayut, que ficaram com o ouro, após três vitorias.

Medalha de bronze nos Jogos de Tóquio, Cátia Oliveira já subira ao pódio na Tailândia na última terça (20), quando foi vice-campeã individual (medalha de prata) das classes 1 a 3 no Aberto Paralímpico.  As conquistas sinalizam que a brasileira vai com tudo para o Campeonato Mundial Paralímpico de Tênis de Mesa, programado para novembro, em Granada. (Espanha).

“Estou muito feliz com o meu desempenho. Disputei duas categorias e consegui sair com duas medalhas”, afirmou Cátia. “Competir na Ásia sempre é muito desafiador por vários motivos, como fuso horário e a comida. Também precisei jogar com uma classe acima da minha contra meninas fortíssimas”, descreveu. “Mas consegui vencer jogos e acabei perdendo para a tailandesa que é a oitava do mundo, jogando de igual e perdendo por detalhes”, relatou a brasileira em depoimento à Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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