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CBF condena uso da amarelinha em atos antidemocráticos e de vandalismo

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) condenou nesta segunda-feira (9) o uso da camisa da seleção nacional em atos antidemocráticos e de vandalismo. A publicação da nota oficial ocorre um dia após a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes da República em Brasília (DF), por extremistas apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro que vestiam a amarelinha. Os ataques danificaram o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal.

“A CBF repudia veementemente que a nossa camisa seja usada em atos antidemocráticos e de vandalismo”, afirma a entidade em comunicado no Twitter.

O cálculo do prejuízo ao patrimônio público ainda não foi finalizado. Houve destruição de fachadas de vidro, móveis, relíquias históricas e documentos, além de furto de armas e de obras de artes, além de vandalização de quadros – como o painel de Di Cavalcanti – e vitrais. 

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Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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