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CBF, ex-jogadores e políticos prestam última homenagem a Dinamite

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Após falecimento, neste domingo (8), de Roberto Dinamite, maior ídolo da história do Vasco e um dos maiores nomes do futebol brasileiro, o mundo futebol prestou homenagem ao ex-jogador, com manifestações de clubes, atletas e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O presidente da República Luiz Inácio da Silva, que é torcedor da equipe de São Januário, foi outro a se pronunciar.

Em postagem em seu perfil nas redes sociais, a CBF lembrou a passagem de Dinamite pela seleção brasileira, pela qual disputou as Copas de 1978 e 1982 e marcou 25 gols: “Com pesar, a CBF lamenta a morte de Roberto Dinamite, um dos maiores atletas do futebol brasileiro. Pela seleção brasileira, o ex-jogador marcou 25 gols e foi artilheiro no vice-campeonato do Brasil na Copa América de 1983. Ele também disputou as Copas do Mundo de 1978 e 1982”.

Quem também prestou sua última homenagem ao ídolo vascaíno foi o presidente Lula, que, como torcedor vascaíno, admirava muito o futebol do ex-jogador: “Roberto Dinamite foi um gigante na história do Vasco da Gama e do futebol brasileiro. Como torcedor do Vasco no Rio, admirei muito seu futebol bonito, ofensivo, de um chute tão potente de perna direita que virou apelido. E de apelido, sobrenome”.

Outro político a se pronunciar foi o prefeito do Rio Eduardo Paes, que chamou Dinamite de ídolo de infância: “Meu ídolo desde criança. O cara que me fez viver as primeiras emoções com meu Vascão. Um ser humano generoso e amigo. Vai em paz Dinamite. Obrigado por todos os momentos de alegria que você me proporcionou. Meus sentimentos aos familiares, amigos e a legião de fãs desse craque”.

Em postagem posterior, Eduardo Paes informou que “o trecho da Avenida General Américo de Moura em frente ao Estádio de São Januário [entre as ruas Ricardo Machado e Dom Carlos] passará a se chamar Avenida Roberto Dinamite”.

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O ex-jogador Edmundo também publicou um texto no qual se despede de seu amigo: “Perder um ídolo é perder sua própria história! Mas perde você Bob é diferente! Você é minha referência como homem, como atleta, como ser humano! Um dia entrei em são Januário só para te ver! Tempos depois virei seu amigo! Hoje o que eu faço? Choro? Prefiro lembrar do seu legado para nosso clube! Prefiro lembrar dos seus gols, prefiro lembrar da nossa amizade”.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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