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Cinco atletas de MT ainda estão em Paris na busca por medalhas olímpicas; dois deles disputam neste sábado

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Ana Sátila, do caiaque cross, disputa final olímpica e Ana Vitória, da seleção brasileira de futebol feminino, joga pelas quartas de final

Após uma semana do início dos Jogos Olímpicos de Paris, cinco atletas de Mato Grosso ainda estão na busca por medalhas no maior evento competitivo esportivo do mundo.

Neste sábado (03.08), duas atletas terão a oportunidade de representar o Estado em suas respectivas provas, com a chance não apenas de alcançar o pódio, mas também de chegar a receber o incentivo de até R$ 100 mil do Prêmio Olímpico, da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT).

A atleta de Primavera do Leste (238 km de Cuiabá), Ana Sátila, que conquistou um feito histórico para o Brasil ao garantir o 4º lugar na final do caiaque e o 5º na disputa da canoa individual da canoagem slalom, está prestes a disputar uma nova competição nesta manhã.

Depois de cravar o quinto melhor tempo no ranqueamento do caiaque cross, ela disputará a final da prova, marcada para acontecer às 9h30 (horário de Mato Grosso).

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Já a meio-campista, Ana Vitória, natural de Rondonópolis (215 km de Cuiabá), conseguiu a classificação junto a seleção brasileira de futebol feminino para as quartas de final da competição, depois de terminarem em terceiro lugar na chave do Grupo C.

A partida contra a seleção da França ocorre na tarde de sábado, às 15h.

Por garantirem uma vaga nas Olimpíadas, os atletas de Mato Grosso já são premiados com o valor de R$ 30 mil. Se ganharem medalhas, independentemente se de bronze, prata ou ouro, os esportistas receberão a premiação de R$ 100 mil do Governo do Estado.

Os demais atletas mato-grossenses, como Lissandra Campos, bolsista do projeto Olimpus MT, Almir Jr (salto triplo) e Caroline Santos (taekwondo) tem suas provas marcadas para serem realizadas na próxima semana, nos dias 6, 7 e 9 de agosto.

A jogadora Isadora Lopes, atleta Olimpus MT, e Yasmin Soares, ambas da seleção brasileira feminina de rúgbi sevens, foram derrotadas pelo Japão por 39 a 12 na última segunda-feira (29.07) e se despediram desta edição dos Jogos Olímpicos.

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Prêmio Olímpico

Criado pela atual gestão em 2021, este prêmio faz parte do Projeto Olimpus e visa reconhecer e incentivar os atletas que representam Mato Grosso nas edições dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

Como critérios para a concessão do prêmio ao atleta, estão sua naturalidade e atuação no Estado de no mínimo dois anos de vida esportiva. No caso de não se enquadrar nos termos anteriores, o mesmo deve ter representado Mato Grosso anteriormente em no mínimo quatro anos ou estar representando no momento da convocação olímpica.

A premiação determina, ainda, prêmios no valor de R$ 30 mil a cada um dos esportistas classificados para as competições mundiais. Para os técnicos convocados ou aqueles responsáveis por formar o atleta, a premiação é de R$ 10 mil.

Convocados e medalhistas para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2024 têm até o dia 24 de setembro para encaminhar o formulário de requerimento e demais documentos comprobatórios à Secel.

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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