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Com 6 brasileiros na disputa, Margaret River pode terminar esta noite

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O campeão masculino da etapa de Margaret River (Austrália) deve ser conhecido ao final da noite desta terça-feira (3), último dia de disputas segundo os organizadores.  A partir das 20h (horário de Brasília) começam as oitavas de final com seis brasileiros na briga pelo título: Filipe Toledo, Ítalo Ferreira, Caio Ibelli, Jadson André e os irmãos Samuel e Miguel Pupo. Eles se classificaram na noite de ontem (2), quando a competição foi retomada após dois dias sem swell (sequência de ondas uniformes).

Quem ficou pelo caminho foi João Chianca, o Chumbinho – superado por Ítalo na bateria sete – e Deivid “DVD” Silva, que caiu para o havaiano Barron Mamya na última bateria da terceira fase. Além de se despedirem de Margaret River, também deram adeus ao restante da temporada, devido ao corte previsto para esta quinta etapa, que marca a metade do circuito. Apenas os 22 primeiros colocados seguem na luta pelo título mundial de 2022. Para o cálculo da nota de corte valerão os quatro melhores resultados, sendo descartado o pior.

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Líder do ranking, Filipinho terá pela frente nas oitavas o norte americano Nat Young. O paulista de Ubatuba busca o bicampeonato em Margaret River. Na noite desta segunda (2) Filipinho eliminou o anfitrião Rayan Callinan por 11,40 a 9,83.

Também haverá disputa entre brasileiros: o campeão olímpico Ítalo medirá força  com Miguel Pupo, classificado após derrotar o australiano Owen Wright por 11,50 a 8,93. O irmão dele, Samuel, enfrentará esta noite  o sul-africano Matthew McGillivray. Samuel Pupo assegurou presença nas oitavas ao superar o australiano Connor O’Leary por 11,73 a 10,84.

Quem também brilhou na noite desta segunda (2) foi o potiguar  Jadson André que bateu o norte-americano Kelly Slater, 11 vezes campeão mundial ao totalizar nota 12,60 contra 9,24.  Nas oitavas esta noite, Jadson compete com o sul-africano Jordy Smith.

Oitavas de final

Bateria 1 – John John Florence (HAV) x Kolohe Andino (EUA)

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Bateria 2 – Callum Robson (AUS) x Griffin Colapinto (EUA)

Bateria 3Samuel Pupo (BRA) x Matthew McGillivray (AFR)

Bateria 4Italo Ferreira (BRA) x Miguel Pupo (BRA)

Bateria 5 –  Filipe Toledo (BRA) x Nat Young (EUA)

Bateria 6 –  Caio Ibelli (BRA) x Ethan Ewing (AUS)

Bateria 7 –  Jordy Smith (AFR) x Jadson André (BRA)

Bateria 8 –  Barron Mamiya (HAV) x Jack Robinson (AUS)

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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