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Com cláusula de renovação automática, Wellington Silva pode ficar no Cuiabá para 2024

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O atacante Wellington Silva pode ser um dos remanescentes do atual elenco do Cuiabá para 2024. O camisa 11 do Dourado tem cláusula de renovação automática em caso de cumprimento de metas preestabelecidas.
Os objetivos a serem alcançados pelo jogador não foram revelados devido a confidencialidade contratual, conforme apurou. No entanto, tudo indica que diz respeito a minutos jogados e metas coletivas, como já é prática tradicional do clube – caso do goleiro Walter, por exemplo.
Revelado pelo Fluminense, Wellington Silva foi contratado no início da temporada, vindo do futebol japonês. Ele assinou até o fim deste ano com possibilidade de extensão. Aos 30 anos, disputou 38 partidas, marcou três gols e deu duas assistências, além de ter conquistado o título do Mato-grossense.

No Brasileirão, são 28 jogos até aqui, sendo 13 como titular. Em 1.315 minutos em campo na competição, balançou as redes uma vez.

Antes mesmo do fim do Brasileirão, a diretoria auriverde já começa a se movimentar no mercado da bola. O Dourado manifestou interesse em contar com Jonathan Cafú para a próxima temporada e definiu que não contará com o volante Ronald, cedido por empréstimo do Fortaleza.

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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