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Com um a menos, Bahia arranca empate com CSA pela Copa do Nordeste
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Três partidas movimentaram a noite de quarta-feira (16) pela primeira fase da Copa do Nordeste. Na Arena Fonte Nova, em Salvador, o Bahia arrancou um empate por 1 a 1 com o CSA, mesmo atuando praticamente todo o segundo tempo com um jogador a menos.

O Esquadrão de Aço, que tinha a chance de assumir a ponta do Grupo B, está em terceiro lugar na chave, com sete pontos. O Azulão, que também poderia virar líder no Grupo A, segue na segunda posição, com oito pontos.
O CSA abriu o placar aos 11 minutos do primeiro tempo. O lateral Ernandes cruzou e o atacante Lucas Barcelos, de cabeça, mandou para as redes. O Bahia pressionou e teve chances de empatar, mas parou no goleiro Marcelo Carné (duas vezes) e no travessão, em chute do atacante Marco Antônio.
Na etapa final, aos três minutos, o zagueiro Luiz Otávio foi expulso e deixou o Bahia com dez homens em campo. O desfalque, porém, não diminuiu o ímpeto do Tricolor, que chegou ao empate aos 29 minutos, com Hugo Rodallega. O atacante colombiano soltou a bomba no ângulo de Marcelo Carné, que, desta vez, nada pôde fazer.
Os times voltam a campo pela Copa do Nordeste no fim de semana. No sábado (19), o Bahia visita o Fortaleza na Arena Castelão, na capital cearense, às 17h45 (horário de Brasília). No domingo (20), às 16h, o CSA recebe o Náutico no estádio Rei Pelé, em Maceió.
Sousa e Altos vencem
No Marizão, em Sousa (PB), o Sousa derrotou o Sampaio Corrêa por 3 a 2 e se manteve na cola do G4 do Grupo B. O Dinossauro foi a sete pontos e aparece em quinto. A Bolívia Querida, com quatro pontos, está em quarto no Grupo A, mas pode ser ultrapassada se o Globo vencer o CRB na quinta-feira (17), às 19h30, no Rei Pelé.
Os gols saíram todos no segundo tempo. O atacante Eron abriu o placar para o Sampaio, mas o lateral Iranilson e os volantes Juninho Paraíba e Doda colocaram o Sousa à frente. O zagueiro Pedro Carrerete descontou para os maranhenses, mas a reação parou aí.
O Sampaio tem novo compromisso pelo torneio regional neste domingo, às 18h30, diante do Floresta, no Castelão, em São Luís. Um dia antes, às 20h, o Sousa pega o Campinense, na reedição da final do último Campeonato Paraibano, no Amigão, em Campina Grande (PB).
O Campinense também foi a campo nesta quarta, mas foi derrotado pelo Altos, por 1 a 0, no estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina. O clube piauiense, que balançou as redes com o atacante Elielton, no primeiro tempo, foi a sete pontos, assumindo o quarto lugar do Grupo B. O próximo compromisso será no domingo, às 16h, contra o Globo, no Barretão, em Ceará-Mirim (RN).
A Raposa teve um pênalti a favor nos acréscimos do segundo tempo, mas a cobrança foi defendida pelo goleiro Marcelo. O Rubro-Negro paraibano segue com dois pontos, em sexto no Grupo A.
Edição: Fábio Lisboa
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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