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Copa do Nordeste: Bahia fica no 1 a 1 com Vitória e não encosta no G4

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Jogando com apoio da torcida na Arena Fonte Nova, o Bahia saiu atrás no clássico contra o Vitória, mas conseguiu o empate em 1 a 1 neste domingo (5), em partida da sexta e antepenúltima rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste. Oswaldo abriu o placar para os visitantes aos oito minutos, e Jacaré garantiu o empate nos acréscimos da primeira etapa. 

Não era o resultado que o Bahia almejava diante de 42.387 torcedores que lotaram o estádio. O Tricolor buscava os três pontos para se aproximar do G4 da chave B – os quatro primeiros se classificam às quartas de final. Agora segue em sétimo lugar, com cinco pontos, Para o Vitória o empate significou o adeus às quartas. O Rubro-Negro soma apenas três pontos, está em sétimo lugar no Grupo A, e não tem mais chances de avançar.

O Vitória precisou de apenas oito minutos para abrir o placar na Fonte Nova. A construção da jogada começou após a zaga afastar com precisão a cobrança de escanteio do Bahia. Quem recebeu a bola foi o atacante Thiago Lopes,  que lançou Oswaldo nas costas da defesa adversária, em um contra-ataque de almanaque. O camisa 11 disparou sozinho, deixou os marcadores para trás  e chutou na saída do goleiro Marcos Felipe. Na sequência, o Tricolor acordou na partida e botou pressão. Quase empatou com cabeçadas ao gol do volante Rezende e do lateral-esquerdo Matheus Bahia. Depois, aos 33 minutos, em cobrança de falta em dois lances, Jacaré disparou um foguete em direção ao gol, mas Arcanjo espalmou e a bola acertou a trave. E coube a ele, camisa 29, empatar para o Tricolor dentro de casa. Já nos acréscimos, Jacaré mandar para o fundo da rede após receber cruzamento de Mateus Bahia.

No segundo tempo, as duas equipes partiram para o ataque. O Bahia quase virou o placar em duas boas oportunidades em sequência, com Léo Gamalho e Jacaré, mas sem êxito. Aos 24 minutos, em linda jogada individual, Railan deixa três marcadores do Bahia para trás, chuta  de dentro da área, mas o goleiro Marcos Felipe evita o gol do Vitória. O jogo seguiu lá e cá, mas sem lances criativos terminou mesmo em 1 a 1.

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Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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