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Corinthians apresenta caras novas com mais um título no feminino

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Entra ano, sai ano e o Corinthians segue protagonista do futebol feminino no Brasil. No domingo (13), a vitória por 1 a 0 sobre o Grêmio, na Neo Química Arena, em São Paulo, com gol da meia Gabi Zanotti aos 48 minutos do segundo tempo, deu às alvinegras o título da primeira edição da Supercopa do Brasil. Além de arrebatar o 11º troféu (em 14 finais) desde 2016, quando o projeto foi retomado, o Timão apresentou à torcida algumas das caras novas da temporada 2022.

O clube anunciou sete reforços para brigar pelos tetracampeonatos paulista, brasileiro e da Libertadores: a goleira Lelê, a zagueira Andressa, a lateral Paulinha, as meias Mariza e Liana Salazar e as atacantes Jaqueline e Mylena. Paulinha, Jaqueline e Salazar estiveram em campo na Supercopa, sendo que a última foi titular nas três partidas, balançando as redes no 2 a 0 sobre o Real Brasília, na quarta-feira passada (9), na Arena Barueri.

“Elas [reforços] estão entendendo o trabalho e se dedicado muito nos treinos. São meninas talentosas. Conseguimos nos reforçar em todas as posições. Precisamos de um pouco mais de tempo, obviamente”, comentou o técnico Arthur Elias em entrevista coletiva.

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Outro destaque foi a meia Ellen, de 18 anos, que se tornou a primeira jogadora da base a defender a equipe principal do Corinthians ao substituir Gabi Zanotti contra o Real Brasília. Ela também atuou na final, entrando na vaga da meia Tamires. A goleira Rillary, mais uma formada no clube, foi opção no banco diante do Grêmio, após a titular Kemelly se contundir durante o aquecimento e dar lugar a Paty.

“A Ellen tem uma projeção interessante e a estamos subindo. Ela está longe de estar pronta, mas o trabalho é construído assim. Eu, como treinador, preciso ter coragem e inteligência de usar esses momentos para todas que estão comigo”, disse Arthur.

Os reforços foram contratados para suprir as baixas em relação à temporada passada. As zagueiras Poliana (São José-SP) e Pardal (São Paulo), a volante Ingryd (Ferroviária), a meia Andressinha (Palmeiras) e as atacantes Cacau (São Paulo) e Vic Albuquerque (Madrid CFF, da Espanha) deixaram o Timão em dezembro.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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