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Costa Rica segura pressão, vence Japão e renasce na Copa do Catar

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Atropelada por 7 a 0 pela Espanha na primeira rodada, a Costa Rica ganhou sobrevida na Copa do Mundo do Catar. Neste domingo (27), no Estádio Ahmad bin Ali, em Al Rayyan, os Ticos fizeram 1 a 0 no Japão, que vinha de uma vitória história por 2 a 1 sobre a tetracampeã mundial Alemanha. 

As duas seleções somam três pontos no Grupo E, assim como a Espanha, que lidera a chave pelo saldo de gols. Pelo mesmo critério, os Samurais Azuis ficam na segunda colocação, à frente da equipe centro-americana. Ainda neste sábado, às 16h (horário de Brasília), espanhóis e alemães (que estão zerados) se enfrentam no Estádio Al Bayt, em Al Khor. 

Com chances de classificação, as duas equipes encerram a participação na fase de grupos na quinta-feira (1º), às 16h. O Japão encara a Espanha no Estádio Internacional Khalifa, em Doha, enquanto a Costa Rica terá a Alemanha pela frente, no Al Bayt. 

Primeiro tempo sonolento 

A máxima de quem “em time que ganha, não se mexe” não valeu para Hajime Moriyasu. O técnico japonês efetuou cinco alterações em relação à formação que começou o jogo diante da Alemanha, sendo que quatro dos jogadores que entraram no time não atuaram na primeira rodada. O lateral Miki Yamane, o volante Hidemasa Morita, o meia Yuki Soma e o atacante Ayase Ueda substituíram, respectivamente, Hiroki Sakai, Ao Tanaka, Junya Ito e Daizen Maeda. Autor de um dos gols na rodada anterior, Ritsu Doan também foi titular neste sábado, na vaga do também Takefusa Kubo. 

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Na Costa Rica, curiosamente, o técnico Luís Fernando Suárez fez só duas trocas na equipe goleada pela Espanha. O lateral Kendall Watson e o meia Gerson Torres entraram nos lugares de Carlos Martínez e Jewison Bennette. 

A primeira etapa foi sonolenta. Apesar de bastante modificado, o Japão comandou as ações ofensivas, buscando, principalmente os lados do campo, mas com dificuldades no último passe. O lance mais perigoso foi um cruzamento rasteiro de Doan, pela direita da área, que ninguém apareceu para concluir. A Costa Rica se concentrou em marcar o ímpeto nipônico e ensaiou poucas subidas ao ataque. Em uma delas, Anthony Contreras pegou a sobra de uma bola cortada pela zaga e rolou para o também atacante Joel Campbell bater de três dedos, da entrada da área, por cima da meta. 

Ticos punem erros japoneses 

O segundo tempo precisou de somente um minuto para ser diferente, com Takuma Asano, autor do gol da vitória sobre a Alemanha, entrando no lugar de Ueda. No primeiro toque na bola, de calcanhar, o atacante deixou Morita livre na área para finalizar, para defesa do goleiro Keylor Navas. Aos 11, foi a vez de Soma assustar, costurando a marcação na esquerda, entrando na área e chutando cruzado, sem direção, à esquerda da meta. 

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Os japoneses foram gradualmente se lançando mais ao ataque, com as entradas do meia ofensivo Kaoru Mitoma e do atacante Junya Ito, encurralando os costarriquenhos e os obrigando a estacionar duas linhas de quatro no último terço do campo. A equipe asiática, porém, errou muito na tomada de decisão e acabou punida. Aos 35 minutos, a zaga nipônica afastou mal o lançamento que veio da defesa e a bola sobrou com o volante Yeltsin Tejeda, na entrada da área. Ele rolou para o meia Keysher Fuller, que bateu colocado e colocou os Ticos à frente. 

Na reta final da partida, o Japão girou a bola em busca de espaços para, ao menos, buscar o empate em Al Rayyan. Na melhor oportunidade, aos 42 minutos, Mitoma fez fila pela esquerda e cruzou rasteiro. Em meio ao bate-rebate, Navas salvou a Costa Rica no reflexo e manteve a equipe viva na Copa do Catar.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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