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Daniel Cargnin e Ketleyn Quadros levam bronze em Grand Prix de Judô
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O judô brasileiro teve dobradinha de bronze neste sábado (16) com Ketleyn Quadros (categoria 63 quilos) e Daniel Cargnin (73 kg) no Grand Prix de Zagreb (Croácia), última competição que pontua para o ranking, antes do Mundial do Uzbequistão, em outubro. 

A competição prossegue neste domingo (17), com mais sete brasileiros no tatame: Mayra Aguiar (78kg), Giovanna Santos (+78kg), Rafael Macedo (90kg), Luanh Rodrigues (90kg), André Humberto (100kg), Rafael Buzacarini (100kg) e Rafael Silva “Baby” (+100kg) no tatame do Grand Prix de Zagreb. O Grand Prix tem transmissão ao vivo no site da Federação Internacional de Judô (IJF, sigla em inglês): as lutas preliminares ocorrem a partir das 5h e a disputa por medalhas começa às 12h.
Bronze no Grand Prix de Zagreb 🥉
Primeira medalha no circuito mundial na nova categoria. Estou muuuito feliz com meu desempenho. Obrigado pelo apoio e torcida de sempre ❤️🙏🏻@JudoCBJ @sogipa @timebrasil 🥰 pic.twitter.com/26ArhHNdFZ
— Daniel Cargnin (@dadscargnin) July 16, 2022
Bronze há um ano nos Jogos de Tóquio no meio-leve (66 kg), Cargni era só alegria neste sábado com a primeira conquista na nova categoria – peso-leve (73 kg) -na qual passou a lutar este ano. O brasileiro foi bronze em Zagreb após vencer cinco de seis lutas. A única derrota foi na semifinal para o italiano Manuel Lombardo. Na luta pelo bronze, Cargni levou a melhor sobre o compatriota estreante Pedro Medeiros.
“Ainda estou nessa adaptação pro 73kg. Estou muito feliz pelo progresso, por estar desempenhando bem. Sei que tem muita coisa para melhorar ainda, mas é passo a passo. E sigo buscando Paris 2024, minha segunda medalha. Agradeço a todo mundo que torceu, que não desanimou nas derrotas. Nos vemos no Mundial”, disse animado Daniel, em depoimento à Confederação Brasileira de Judô (CBJ).
Número quatro do mundo nos 63kg e no quinto ciclo olímipico, Ketlley Quadros venceu duas lutas nas preliminares, mas foi superada na semifinal para a canadense Catherine Beauchemin-Pinard – ela depois ficaria com o ouro após desistência de Anriquelis Barrios por lesão. Na disputa pelo bronze, Quadros derrotou a israelense Gili Sharir com um waza-ari logo no início da luta e depois só administrou a vantagem até o fim do embate. Foi a segunda medalha da brasileira este ano.
“Eu estou muito feliz com a minha medalhinha. Acho que isso é sinal de caminho certo, de cada dia estar melhor, se superando. Espero que sirva de motivação e estímulo, já que essa é a última competição antes do Mundial. O trabalho continuará forte. Agora, é voltar, corrigir os detalhes para que os próximos resultados sejam melhores e ao nosso favor”, projetou Ketleyn, que sonha em conquistar sua primeira medalha em Mundiais, na na próxima edição no Uzbequistão, em outubro.
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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