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Delegação brasileira começa a chegar para a Paralimpíada de Inverno

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Os atletas do esqui cross-country e a comissão técnica que representarão o Brasil na Paralimpíada de Inverno de Pequim chegaram à China neste sábado (26). Eles cumpriram os procedimentos sanitários, obrigatórios em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19), para entrarem na Vila Paralímpica de Zhangjiakou, cidade que receberá as disputas da modalidade e do snowboard, que fica a 197 quilômetros da capital.

Os primeiros treinos em solo chinês, de mobilidade (com a equipe de fisioterapia) e mental (com a psicologia), estão previstos para domingo (27). A equipe técnica, por sua vez, fará o reconhecimento das montanhas.

“Os quartos são espaçosos e já ganhamos alguns mimos da organização do evento. Não conhecemos todas as instalações ainda, pois tivemos que ficar no quarto até sair o resultado do teste PCR de covid-19”, disse a esquiadora paranaense Aline Rocha ao site oficial do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

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Cristian Ribera, Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wesley dos Santos também defenderão o país no esqui-cross country. Aline e Cristian são os únicos que já competiram nos Jogos, em Pyeongchang (Coreia do Sul), há quatro anos. O rondoniense alcançou o melhor resultado brasileiro na história do evento, ao chegar em sexto lugar na prova dos 15 quilômetros.

O Brasil ainda será representado por André Barbieri no snowboard. A previsão era de o gaúcho e o treinador também chegarem à China neste sábado, mas “complicações de resultados dos testes [da covid-19] adiaram a viagem”, segundo o atleta, em publicação no Instagram. O desembarque deve ocorrer na terça-feira (1º).

A cerimônia de abertura da Paralimpíada será na próxima sexta-feira (4), no estádio Ninho de Pássaro, em Pequim.

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Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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