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Dupla de Stefani vai a semi e Bia Haddad às quartas no WTA de Adelaide

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O tênis brasileiro brilhou na madrugada desta quarta-feira (11) em Adelaide (Austrália) nos últimos torneios (feminino e masculino) antes da abertura do primeiro Grand Slam da temporada, o Aberto da Austrália, no próximo domingo (15). A dupla da campinense Stefani com a norte-americana Taylor Towsend avançou à semifinal do WTA 500 ao derrotar as favoritas Demi Schuurs (Holanda) e Desirae Krawcyk, por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 4/6 e 10/7.  Stefani e Towsend vão buscar uma vaga na final logo mais, às 23h (horário de Brasília) contra as thecas Marketa Vondrousova e Miriam Kolodziejova.

Quem também fez bonito foi a canhota Beatriz Haddad, número 15 do mundo, que garantiu presença nas quartas de final de simples do WTA 500 de Adelaide, após superar a norte-americana Amanda Anisimova (29ª no ranking mundial).  Haddad levou a melhor por 2 sets a 1 (6/4 e 7/5), após duas horas de confronto.  Nas quartas, a brasileira enfrentará a vencedora do duelo entre a espanhola Paula Bardosa (cabeça de chave 9) e a estoniana Kaia Kanepi.

Na disputa masculina, a parceria do gaúcho Rafael Matos com o espanhol David Vega se classificou às quartas do  ATP 250 de Adelaide. Na primeira partida da dupla nesta temporada, Matos e Vega (cabeças de chave 7) derrotaram os australianos Jeremy Beale e Luke Saville por 2 sets a 1 (parciais de 7/5, 3/6 e 10/7).  Os próximos adversários serão o croata Ivan Dodig em parceria com o norte-americano Austin Krajicek.

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Já a dupla do mineiro Marcelo Melo com o norte-americano Mackenzie McDonald parou nas oitavas em Adelaide, ao perderem para a parceria do britânico Lloyd Glasspool e o finlandês Harri Heliovaara por 2 sets a 0, parciais de 7/6 (7-3) e 6/3.

Pigossi, a uma vitória do Aberto da Austrália

A paulista Laura Pigossi, cabeça de chave 11, avançou à terceira e última rodada do qualificatório para o Aberto da Austrália. A japonesa japonesa Misaki Doi, adversária que enfrentaria na noite de ontem (10) pela segunda rodada, desistiu da disputa.

Bronze nas duplas na Olimpíada de Tóquio ao lado de Luisa Stefani, a paulista disputou o quali do Aberto da Austrália no ano passado, mas perdeu na estreia. Meses mais tarde, competiu pela primeira vez em um Grand Slam no Torneio de Wimbledon, o mais tradicional do circuito. 

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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