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Duplas de brasileiros avançam às quartas de final em Roland Garros

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O tênis brasileiro segue vivo em Roland Garros. Neste domingo (29), a paulista Beatriz Haddad Maia e o mineiro Bruno Soares se classificaram às quartas de final da chave de duplas mistas do Grand Slam disputado em Paris (França), assim como a parceria entre o gaúcho Rafael Matos e o espanhol David Vega Hernández nas duplas masculinas.

Bia e Bruno tiveram pela frente a indiana Sania Mirza e o croata Ivan Dodig. Embalados pela vitória sobre a dupla cabeça de chave número um, formada pela chinesa Zhang Shuai e o francês Nicolas Mahut, há três dias, os brasileiros precisaram de uma hora e 15 minutos para ganharem por dois sets a zero, com parciais de 6/4 e 6/3.

Eles voltam a jogar nesta segunda-feira (30), a partir de 6h (horário de Brasília), contra o alemão Kevin Krawietz e a norte-americana Nicole Melichar-Martinez. O embate por um lugar nas semifinais será o primeiro da quadra 14 do complexo Roland Garros.

Número 21 do ranking de duplas da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), Bruno quer o sétimo troféu de Grand Slam da carreira, sendo o primeiro em Roland Garros. O mineiro, de 40 anos, venceu o Aberto da Austrália duas vezes (duplas masculinas e mistas, ambas em 2016) e o US Open outras quatro (duplas masculinas em 2016 e 2020 e mistas em 2012 e 2014).

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Vice nas duplas femininas do Aberto da Austrália deste ano, Bia, de 25 anos, mira um título inédito. A paulista vive a melhor fase da carreira, em 33º lugar no ranking de duplas da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês) e 48º no de simples.

Outro que busca a primeira taça de Grand Slam da carreira, Rafael e o parceiro Vega Hernández levaram duas horas e 20 minutos para derrotarem os belgas Jander Gille e Joran Vliege por dois sets a um, parciais de 6/4, 3/6 e 7/6 (10/6). O gaúcho, de 26 anos, ocupa o 52º lugar no ranking de duplas masculinas da ATP, seis postos à frente do espanhol.

Rafael e Vega Hernández também voltam a jogar nesta segunda, pelas quartas, contra o holandês Jean-Julien Rojer e o salvadorenho Marcelo Arevalo, cabeças de chave número 12 da competição. A partida será a terceira da quadra 14, com previsão de iniciar por volta das 9h.

O Brasil não tem um campeão em Roland Garros desde 2015, quando o mineiro Marcelo Melo venceu o torneio de duplas masculinas ao lado de Ivan Dodig. Nas duplas mistas, o jejum é ainda maior. A última conquista foi do carioca Thomas Koch, em 1975, com a uruguaia Fiorella Bonicelli. O catarinense Gustavo Kuerten, o Guga, é o tenista brasileiro que mais vezes levantou a taça do Grand Slam francês. Foram três títulos, todos em simples, em 1997, 2000 e 2001.

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Edição: Fábio Massalli

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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