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Em primeira entrevista após escândalo, Victor Ramos nega participação em esquema de apostas

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O zagueiro Victor Ramos, da Chapecoense, foi vaiado pela torcida do Avaí antes e durante a partida do seu time na noite desta sexta-feira, na Ressacada, pela Série B. Ele é réu na operação Penalidade Máxima II, que investiga o aliciamento de jogadores por apostadores para manipulação de eventos durante partidas de futebol. O inquérito é do Ministério Público de Goiás e foi aceito pela Justiça, com a denúncia de 16 pessoas supostamente envolvidas.

Mas na primeira entrevista após o escândalo, Victor Ramos negou a participação no esquema e disse que está com a consciência tranquila. Em campo durante os 90 minutos, ele foi comemorar com a torcida após a goleada por 4 a 1 sobre o rival da Capital.

– Nego tudo. Não tenho envolvimento com nada. Minha cabeça tá fria, tô tranquilo e está na mão de Deus – disse Victor Ramos ao repórter Carlos Rauen, da NSC, após a partida.

Logo na entrada do time da Chape no gramado para o aquecimento, o jogador foi vaiado e chamado de “vendido” por alguns torcedores e logo o coro tomou conta da arquibancada. Sobre isso, ele também disse não se incomodar.

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– Nada me abala. Deus sabe de todas as coisas. – afirmou.

A 1 min do 1º tempo – Victor Ramos é vaiado pela torcida do Avaí ao tocar na bola

Antes de a bola rolar, o técnico Argel foi perguntado pela repórter Fernanda Moro sobre a manutenção de Victor Ramos no elenco. O treinador desconversou, mas disse não estar interessado no assunto:

– Bom, eu não gostaria de falar sobre isso. Eu sou funcionário do clube. Eu tenho que me preocupar com a parte tática, com a parte técnica. Me desculpa, mas não é um assunto que me interessa, obrigado! – afirmou Argel.

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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