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Flamengo leva susto contra Resende e escapa da derrota nos acréscimos

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O Flamengo perdeu a grande chance de encostar no líder Fluminense, na tarde deste domingo (27), no Estádio Nilton Santos, contra o Resende, pela 9ª rodada do Campeonato Carioca. Mesmo com o domínio total da partida, o Rubro-Negro pecou demais nas finalizações e errou muito na defesa.

O Resende chegou a abrir 2 a 0, mas o Flamengo diminuiu com Arrascaeta e, no fim, aproveitou uma expulsão do adversário e o pênalti marcado em cima de Rodinei para empatar com Gabigol já nos acréscimos. Com o resultado, o Rubro-Negro chegou a 20 pontos, e é vice-líder da Taça Guanabara. Já o Resende pulou para nove pontos e ocupa momentaneamente a sexta posição.

Falta de pontaria

Se não fosse a má pontaria de Gabigol, Bruno Henrique e Everton Ribeiro, o Flamengo poderia ter saído do Estádio Nilton Santos com uma goleada, mas, mesmo com o grande volume de jogo e chances criadas, não traduziu a superioridade em gols no primeiro tempo. O Resende aproveitou e, em seu primeiro ataque, abriu o placar.

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Aos 26 minutos, Emanuel Biancucchi lançou na área para Macena. Filipe Luís tentou afastar jogando a bola para o alto. Diego Alves saiu mal, furou, e a bola sobrou para Biancucchi chutar sem marcação e fazer 1 a 0. O Flamengo seguiu tentando, mas ou parava em chutes para fora ou na boa atuação do goleiro Jefferson Luis.

No segundo tempo, o técnico Paulo Souza tirou João Gomes, Everton Ribeiro e Pedro para as entradas de Willian Arão, Arrascaeta e David Luiz. O jogo não mudou muito, o Flamengo seguia criando chances e o Resende se defendia bem. Assim como na etapa inicial, o time visitante aproveitou mais um erro do Rubro-Negro para ampliar.

Aos 36 minutos, lançamento longo para Jefinho. Ele disputou bola com Fabrício Bruno, ganhou do zagueiro e de Diego Alves, que chegou a sair da área para salvar. Ficou fácil para o camisa 16 do Resende, que, com um toque, tirou os dois e tocou para o fundo das redes: 2 a 0.

A reação do Flamengo começou aos 40 minutos, quando Lázaro entrou no lugar de Filipe Luís. O camisa 13 mudou a dinâmica do jogo e, com apenas um minuto em campo, deu passe para Arrascaeta dominar na entrada da área e acertar um belo chute no ângulo direito de Jefferson Luis.

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O Rubro-Negro partiu com tudo para o empate. No lance seguinte, Bruno Henrique recebeu passe na entrada da área e foi derrubado por Heitor. Como era o último homem, o zagueiro do Resende recebeu o cartão vermelho. Aos 45 minutos, Rodinei aproveitou rebote após escanteio, tentou o drible e foi derrubado dentro da área. Pênalti cobrado por Gabigol, que deixou tudo igual.

O Flamengo ainda tentou a virada, mas já era tarde demais. Na próxima rodada, a equipe de Paulo Souza enfrenta o Vasco, domingo (6), às 16h, no Nilton Santos. O Resende pega o Fluminense, no sábado (5), às 16h, no Raulino de Oliveira.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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