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Hulk comanda vitória sobre Cruzeiro e Atlético e tricampeão mineiro

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Após 39 anos, o Atlético volta a conquistar o tricampeonato mineiro após derrotar o rival Cruzeiro em final única, por 3 a 1,  no Estádio do Mineirão, no início da noite deste sábado (2). O nome do jogo foi o atacante Hulk, artilheiro do estadual, com 11 gols em nove jogos na temporada. O camisa 7  marcou duas vezes: abriu o placar aos 30 minutos do primeiro tempo e fez o segundo, de pênalti, na etapa final.  Também o segundo tempo, o meia-central argentino Nacho Férnandez balançou a rede a favor do Galo. O gol de honra do Cruzeiro saiu nos minutos finais, dos pés do atacante Edu.

O Galo, comandado pelo técnico argentino Antonio “El Turco” Mohamed, fez valer o favoritismo. O atual campeão nacional e da Copa do Brasil fez a melhor campanha da primeira fase do Campeonato Mineiro: totalizou 28 pontos e sobressaiu com o ataque mais poderoso (28 gols)  e a melhor defesa (sofreu cinco gols). 

Embora derrotado, o Cruzeiro começou melhor a final única no MIneirão, diante de mais de 53 mil torcedores doss dois principais clubes do estado. Com marcação alta, a Raposa dominou a partida até os 25 minutos, com jogadas criativas de Edu e Pedro Castro. No entanto, a qualidade técnica e individual do Galo fez a diferença. Aos 30 minutos, o artilheiro recebeu a bola na intermediária, se descolou do zagueiro Eduardo Brock, girou e bateu de esquerda, abrindo o placar para o Galo, com gol de fora da área, sem chace para o goleiro Rafael Cabral. Antes do fim, a Raposa desperdiçou duas duas chances de empatar com Edu e Pedro Castro. 

Após o intervalo, o Cruzeiro voltou motivado a mudar a história do jogo, com pressão total sobre o Galo. Jogando rápido, a Raposa teve boas oportunidades para igualar o marcador.  Aos oito minutos, Edu cabeceou para fora da pequena área. Depois aos 17,  atacante Waguinho quase empatou ao chutar da intermediária, mas o goleiro Everson, atento, espalmou e evitou o gol. E repetindo o script do primeiro tempo, a qualidade técnico do Galo sobressaiu, e novamente com participação Hulk: o camisa 7 lançou a bola para o meia-central Nacho, que driblou o zagueiro Rômulo antes de ampliar o placar, aos 19 minutos com uma bomba de pé direito.  

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Valente, o Cruzeiro buscou diminuir o prejuízo. A melhor chance foi aos 30 minuto, em cobrança de falta do lateral Rafael Santos, mas a bola, apesar de perigosa, passou por cima do gol. A noite não era mesmo do Cruzeiro. Aos 33 minutos, Hulk foi derrubado pelo goleiro Rafael Cabral e o juiz anotou pênalti. O próprio camisa 7 cobrou e marcou o terceiro do Galo. Antes do fim, aos 44, Edu descontou para a Raposa, mas já era tarde.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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