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Jacuipense sai atrás, mas arranca empate em 1º jogo da final do Baiano

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Atlético de Alagoinhas (BA) e Jacuipense empataram em 1 a 1 no início da noite de hoje (3) e deixaram em aberto a decisão do título do Campeonato Baiano para o próximo domingo (10). Jogando na casa do adversário, no estádio Carneirão, o Jacuipense teve o meio-campista Danilo Rios expulso aos 19 minutos, quando dominava a partida, após cometer um pênalti. Miller cobrou com categoria, mas o goleiro Mota fez uma defesaça, espalmando para fora. Já nos acréscimos, Miller se redimiu e abriu o placar com um golaço de fora da área. No entanto, na etapa final, Jerry marcou contra e igualou o placar para o Leão do Sisal.   

Os visitantes começaram melhor no jogo de ida no Carneirão, com marcação forte no meio de campo e buscaram mais o gol. A melhor chance surgiu aos 14 minutos, com Robinho que ficou cara a cara com o goleiro e chutou firme, mas Fábio Mota atento fez linda defesa. Aos 17, um susto: o zagueiro Bremer, do Atlético, subiu para afastar e acabou atingindo o companheiro Leandro Sobral que caiu no gramado com falta de ar. Após atendimento médico, o jogador se recuperou e seguiu em campo.

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Com a bola roalndo de novo, aos 24 minutos, Dionísio invadiu a área do Jacuipense e, antes de chutar, foi empurrado por Danilo Rios. O árbirtro de campo, Emerson Ricardo de Almeida Andrade, assinalou o pênalti, e expulsou o meio-campista Rios. Não houve intervenção do Árbitro de Vídeo (VAR). Miller cobrou mas quem brilhou foi o goleiro Mota que defendeu.

Com um jogador a menos em campo, a Jacuipense recuou, e o Carcará tomou conta do jogo.  Aos 36 minutos, Thiaguinho deu uma caneta do defensor antes de chutar, mas Mota fechou o gol.  De tanto insistir, já aos 48 minutos, Miller ser redimiu e marcou um golaço de fora da área, sem chances para Motta.

Na volta do intervalo, o Jacuipense teve a chance do empate com um chute de Emerson na entrada da área, mas a bola desviou na marcação. Na sequência, aos 14, o Atlético por pouco não ampliou: Thiaguinho rolou para Dionísio empurrar para o gol, mas Mota impediu o gol. A sorte virou a favor do Leão do Sisal aos 21 minutos, em cobrança perigosa de falta de Edy. Na tentativa de desvio, o Jerry testou para o próprio gol e deixou tudo igual no Carneirão. O Carcará ainda teve chances de voltar a liderar o marcador. Aos 27 minutos, Thiaguinho cobrou falta na segunda trave e Iran cabeceou, mas a bola foi por cima do gol. E antes do término, aos 37, em noite de gala, Mota espalmou o que seria o gol da vitória do Atlético de Alagoinhas: uma cabeçada certeira de Gabriel Esteves, após lindo cruzamento de Thiaguinho. E o jogo terminou mesmo em 1 a 1.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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