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Judô: Brasil inicia Grand Slam de Tel Aviv com duas medalhas

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O Brasil garantiu duas medalhas de bronze no primeiro dia de disputas do Grand Slam de Tel Aviv (Israel). As conquistas obtidas nesta quinta-feira (16) foram alcançadas por Natasha Ferreira, na categoria ligeiro (até 48 kg), e Larissa Pimenta, na meio-leve (até 52 kg).

A primeira a subir ao pódio foi Natasha Ferreira, que iniciou a disputa batendo a italiana Francesca Milani com um ippon. Nas quartas a brasileira superou a espanhola Laura Abelenda, também por ippon. Porém, na semifinal a atleta do clube Sociedade Morgenau (Paraná) parou diante da israelense Tamar Malca, antes de vencer a cubana naturalizada americana Maria Celia Laborde para ficar com a medalha.

“Essa é minha primeira medalha em Grand Slam, então é muito importante e estou muito feliz. Eu passei 28 dias aqui na Europa treinando, então é muito legal fechar esse período com uma medalha. Todo o esforço, o treinamento na França, fiz toda a diferença para a conquista desta medalha”, declarou a atleta de 23 anos à CBJ (Confederação Brasileira de Judô).

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Quem também comemorou muito nesta quinta foi Larissa Pimenta, que estreou na competição com uma vitória por waza-ari sobre a israelense Paz Kafri. Porém, ela caiu nas quartas diante da italiana Odette Giuffryda após sofrer ippon.

Com este tropeço, a brasileira teve que disputar a repescagem, etapa na qual Pimenta bateu a polonesa Aleksandra Kaleta, o que lhe permitiu disputar o bronze com a alemã Masha Ballhauss. E na disputa da medalha a atleta do Brasil não vacilou e imobilizou a  adversária por 20 segundos no chão para triunfar por ippon.

“Fazia tempo que eu estava com vontade de ganhar essa medalha. Estamos a poucos meses do Campeonato Mundial e isso é muito importante para mim, para minha confiança, para continuar acreditando”, declarou.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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