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Marcelo Melo e Bruno Soares estreiam no torneio de duplas do Rio Open

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Quatro duplas com brasileiros estreiam nesta quarta-feira (16)  no Rio Open, no Jockey Clube Brasileiro, na Gávea, zona sul da capital. Entre elas estão os campeões de Grand Slams Bruno Soares e Marcelo Melo. 

Ao lado do britânico Jamie Murray, Soares entra em quadra às 16h30 (horário de Brasília) contra os compatriotas Rogério Dutra Silva e Orlando Luz. Após o embate, será a vez da parceira de Marcelo Melo com o uruguaio Pablo Cuevas enfretar a dupla do argentino Andres Molteni com o  mexicano Santiago Gonzalez.  A última dupla a estrear nesta quarta será a de Felipe Meligeni com Rafael Matos, contra os campeões de 2020, o argentino Horacio Zeballos e o espanhol Marcel Granollers. 

Nitto ATP Finals - Day Three - O2 Arena - Soares e Murray Nitto ATP Finals - Day Three - O2 Arena - Soares e Murray

“Conquistar o título do Rio Open com certeza é uma das metas que tenho antes de me aposentar”, revelou Bruno Soares que estreia nesta quarta no Rio Open, ao lado do britânico Jamie Murray – Adam Davy

Soares e Murray têm no currículo os títulos do Aberto da Austrália e US Open, ambos em 2016, e o brasileiro sonha em levantar a taça do ATP 500 do Rio, o maior torneio de tênis da América do Sul, disputado em quadra de saibro.

“Fiz semifinal nas primeiras cinco edições, tanto com o Jamie quanto com outros parceiros, e nunca consegui beliscar essa final. Conquistar o título do Rio Open com certeza é uma das metas que tenho antes de me aposentar. Eu e o Jamie estamos jogando muito bem e, toda vez que disputamos o Rio Open, vamos com expectativa de um grande resultado”, disse o mineiro de 39 anos, dono de 35 títulos no circuito. 

Thiago Monteiro avança às oitavas

O cearense Thiago Monteiro, número 104 no ranking mundial, estreou com vitória de virada sobre o argentino Sebástian Baéz (72º), por 2 seta 1 (parciais de 1/ 6, 6/4 e 6/4).  Único brasileiro na disputa da chave de simples no ATP 500 do Rio, Monteiro volta à quadra nesta quinta (17) para encarar nas oitavas de final o italiano Matteo Berrettini, número seis do mundo.

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“A torcida ajudou muito, foi me dando energia, motivação, e eu aproveitei essa atmosfera maravilhosa para vencer”, disse Monteiro, após a estreia. 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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