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Mayra Aguiar e Rafael Macedo são bronze no World Masters de Judô
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O Brasil subiu duas vezes ao pódio no último dia do World Masters de Judô, a segunda competição mais importante do circuito – perde apenas para o Mundial. Nesta quinta-feira (22), a gaúcha Mayra Aguiar (categoria 78 quilos) e Rafael Macedo (90 kg) conquistaram bronze para o país, que encerrou a participação na disputa em Jerusalém (Israel) com três medalhas, a primeira delas de ouro com Daniel Cargnin (73 kg).

Brasil mantém alto nível e fecha temporada com um ouro e dois bronzes na segunda competição mais importante do anohttps://t.co/wcz0pJqwZ1
— CBJ (@JudoCBJ) December 22, 2022
Número 11 do mundo, Rafael Macedo, de 28 anos, assegurou o primeiro bronze do dia ao derrotar o georgiano Beka Gviniashvili, número dois no ranking mundial, com direito a ippon. Antes, nas quartas, o brasileiro já vencera o atual campeão mundial e número 1 do mundo, o uzbeque Daviat Bobonov. Na semi, no entanto, ele foi superado pelo japonês Sanshiro Murao, e seguiu para a busca do bronze contra Gviniashvili.
Que ipponzaço do Rafael Macedo! 🥋🥉
É a 2ª medalha do 🇧🇷 no World Masters de judô 👏 pic.twitter.com/PwTIYoXrJ5
— Time Brasil (@timebrasil) December 22, 2022
” Foi uma competição muito dura. Aqui só tem os melhores rankeados, então só luta duríssima. Essa medalha foi muito importante para mim, porque coroa e encerra o ano com uma medalha em uma grande competição. Agora é descansar um pouco e continuar trabalhando pro ano que vem”, analisou Macedo, em depoimento à Confederação Brasileira de Judô (CBJ).
Campeã mundial em outubro e medalhista olímpica nos Jogos de Tóquio, Mayra conquistou um bronze inédito no World Masters, pois já soma dois ouros e uma prata em edições anteriores. Mayara, número dois do mundo, estreou com vitória nas oitavas contra a britânica Nathalie Powell. Na sequência, a gaúchafoi surpreendida pela italiana Alice Bellandi, que venceu nas punições. A brasileira foi para a repescagem e se garantiu na disputa do bronze ao imobilizar a holandesa Karen Stevenson, no primeiro minuto de disputa. Depois, na luta pelo bronze, Mayra levou a melhor, com Waza-ari decisivo contra a japonesa Ryka Takayama, número três do mundo.
Ela vence y vence!
Adm não tem mais palavras para descrever @mayraaguiarjudo , ajudem aí: pic.twitter.com/CXzR96g8M8
— CBJ (@JudoCBJ) December 22, 2022
O Brasil encerra a temporada 2022 do circuito (Mundial, Masters e Grand Slam), o primeiro do ciclo para Paris 2024, com um total de 80 medalhas (32 ouros, 19 pratas e 29 bronzes).
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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