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Palmeiras e Corinthians duelam pela liderança do Brasileiro Feminino

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A partida que abre a 11ª rodada da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino é também a mais aguardada da primeira fase. Neste sábado (4), Palmeiras e Corinthians se enfrentam no Allianz Parque, em São Paulo, a partir das 14h (horário de Brasília), valendo a liderança da competição.

As Palestrinas estão na ponta da tabela, com 25 pontos, um a frente das Brabas. A briga pela primeira colocação ainda tem o Internacional. As Gurias Coloradas, que aparecem em terceiro, com 23 pontos, encaram o rival Grêmio no domingo (5), às 11h, no Vieirão, em Gravataí (RS), torcendo por um empate no duelo paulista para não perder os concorrentes de vista.

O embate na capital paulista opõe duas equipes que vêm sendo protagonistas nas convocações da seleção brasileira. Para os jogos contra Espanha e Hungria, em abril, a técnica Pia Sundhage teve à disposição cinco atletas do Corinthians (a goleira Lelê, a zagueira Giovana Campiolo, a lateral Tamires e as atacantes Gabi Portilho e Adriana) e quatro do Palmeiras (a zagueira Thais, as meias Duda Santos e Ary Borges e a atacante Bia Zaneratto).

O clássico deste sábado, aliás, conclui a agenda de observações da comissão técnica brasileira. Além de Pia, a auxiliar Beatriz Vaz, os preparadores Fábio Guerreiro e Thiago Mehl, o fisiologista Luciano Capelli e a psicóloga Marina Gusson estarão no Allianz Parque. Na segunda-feira (6), às 15h, a treinadora (que acompanhou um treino do Palmeiras durante a semana) anunciará a lista de 23 convocadas para disputa da Copa América (de 8 a 30 de julho, na Colômbia) e de dois amistosos em junho (entre os dias 20 e 29), contra Dinamarca e Suécia, ambos fora de casa.

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No Palmeiras, o técnico Hoffmann Túlio terá o retorno da lateral Bruna Calderan, que cumpriu suspensão na goleada por 5 a 0 sobre o São José, no domingo passado (29), no Allianz. São cinco desfalques: a lateral Manu se recupera de cirurgia de ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho direito, enquanto as meias Juliana e Ary Borges, a atacante Giovana e a lateral Evelin estão em transição física.

O treinador deve escalar a equipe palestrina com: Jully; Bruna Calderan, Thais, Agustina Barroso e Day Silva; Camilinha, Julia Bianchi, Andressinha e Duda Santos; Bia Zaneratto e Carol Rodrigues.

As lesões de LCA também atrapalham o Corinthians, que tem quatro jogadoras em tratamento da mesma contusão: a zagueira Erika, a lateral Katiuscia e as goleira Kemelli e Tainá Borges. A lateral Juliete sentiu o cruzado anterior na vitória por 4 a 0 sobre o Avaí/Kindermann, no último sábado (28), no Parque São Jorge, em São Paulo, mas não teve ruptura ligamentar constatada. Mesmo assim, como teve um estiramento região, também está fora. As meias Bianca Gomes e Gabi Zanotti, por sua vez, tratam contusões no joelho e no tornozelo, respectivamente.

Em meio aos desfalques, uma provável escalação do técnico Arthur Elias terá: Lelê; Paulinha, Andressa, Tarciane e Yasmin; Diany, Mariza, Jaqueline e Tamires; Gabi Portilho e Adriana.

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Histórico

Se comparado ao Derby Paulistano masculino, a edição feminina do clássico é recente, disputada pela primeira vez em 1997. A vantagem alvinegra é significativa, com 11 vitórias, contra quatro do Verdão e outros quatro empates. Os rivais chegaram a ficar 15 anos sem jogarem entre si, reencontrando-se apenas em 2020, quando o Palmeiras reativou o departamento, quatro anos depois do Corinthians (que retomou o projeto, inicialmente, em parceria com o Audax).

O Timão, aliás, está invicto desde o retorno dos clássicos, com seis vitórias e quatro empates. Dois desses triunfos foram na final do último Brasileiro (1 a 0 fora e 3 a 1 em casa), culminando no terceiro título nacional das alvinegras, o segundo consecutivo. No confronto mais recente, em fevereiro deste ano, as corintianas ganharam por 3 a 0 na Neo Química Arena, em São Paulo, pela Supercopa do Brasil.

Após dois Derbys na casa alvinegra, o duelo volta ao estádio palmeirense depois de quase nove meses. Em 22 de setembro do ano passado, os rivais empataram por 1 a 1 pela sexta rodada do Campeonato Paulista. A partida foi disputada entre os jogos de ida e volta da decisão do Brasileiro.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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