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Palmeiras viaja para estrear na Libertadors em meio a incertezas

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O Palmeiras não tem muito tempo para comemorar. Logo após a conquista do Campeonato Paulista, enquanto a torcida fazia a festa, o técnico Abel Ferreira já era questionado, em entrevista coletiva, sobre como seria o restante da temporada do Verdão.

Atual bicampeão da Libertadores, o Palmeiras entra em campo nesta quarta-feira (6) contra o Deportivo Táchira (Venezuela), a partir das 21h (horário de Brasília), no Estádio Pueblo Nuevo, podendo iniciar uma trajetória histórica na competição. Se conquistar o título, o Alviverde será o primeiro brasileiro a vencer a Libertadores por três anos consecutivos, e o único do país a levantar a taça em quatro ocasiões.

O caminho é longo e não será nada fácil. O próprio Abel Ferreira admite ter dúvidas em relação ao futuro da equipe: “Vamos procurar gerir a equipe da maneira que conseguirmos para chegarmos inteiros ao meio da temporada, pois não sei como será. Espero que as pessoas em casa entendam muito bem o que vou dizer agora: não sei como nossa equipe vai chegar no meio da temporada, não sei. A nossa prioridade foi o Mundial e a Recopa, e nós preparamos estes jogadores desde o início com muita intensidade. Não sei, volto a repetir, não sei como esta equipe chegará no meio da temporada. Temo que, fruto da densidade competitiva, fruto destas viagens que vamos fazer agora, que são extremamente desgastantes, além dos nossos adversários, o pouco tempo de repouso que nós teremos, não sei como conseguiremos responder ao longo da temporada. Nunca vivi um cenário destes de ter oito ou nove jogos por mês, com estas distâncias todas, não sei como vamos aguentar. Vamos fazer tudo o que pudermos”.

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Abel Ferreira renovou contrato com o Palmeiras até o fim de 2024. Até aqui foram cinco títulos: um Paulista, uma Copa do Brasil, duas Libertadores e uma Recopa Sul-Americana. Com tanta incerteza pela frente em 2022, mais uma vez a frase “cabeça fria, coração quente”, que dá nome ao seu livro, precisa ser adotada para seguir o caminho das vitórias.

Ouça na Rádio Nacional

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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