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Pequim: Jaqueline Mourão e Bendilatti serão porta-bandeiras dos Jogos

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O Comitê Olímpico do Brasil (COB) escolheu como porta-bandeiras do país a mineira Jaqueline Mourão (esqui cross-country) e o baiano Edson Bindillati (trenó de bobsled) na cerimônia de abertura da Olimpíada de Inverno, na próxima sexta-feira (4), em Pequim. A dupla é recordista de participações em Jogos: ela já disputou oito vezes e ele cinco. O evento de abertura de Pequim 2022 está programado para às 9h (horário de Brasília) no exuberante estádio Ninho do Pássaro, que também foi palco da cerimônia de início dos Jogos Olímpicos de Pequim (2008).

“Dois atletas com uma carreira exemplar, dentro e fora das competições. Sempre procurando evoluir em seus resultados, com uma dedicação ímpar e muita vontade de ser exemplo para as próximas gerações. Não é à toa, a longevidade de ambos competindo em alto rendimento, chegando à quinta edição de Jogos Olímpicos de Inverno”, disse disse Anders Pettersson, chefe da Missão Pequim 2022, ao anunciar os porta-bandeira na noite deste domingo (30). 

Ambos os atletas já foram porta-bandeiras – Jaqueline, de 46 anos, na abertura dos Jogos de Sochi (2014) e Edson em PyeongChang (2018) – mas esta será a primeira vez que desfilarão juntos.

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“É uma satisfação gigantesca, uma notícia maravilhosa ainda mais por estar ao lado dessa lenda dos esportes de neve de inverno que é a Jaqueline”, disse Bindilatti, de 42 anos.

Brasil estreia na véspera da abertura

A delegação brasileira conta com 11 atletas, e o primeiro deles a competir em Pequim 2022 será a esquiadora Sabrina Cass, de 19 anos, estreante nos Jogos de Inverno. A prova de esqui estilo livre, prevista para às 7h da próxima quinta (3) no Zhangjakou Gent Snow Park, prevê descida de montanha, com pequenas ondulações. Além do percurso em velocidade, os atletas também podem executar saltos. 

A brasileira foi campeã mundial em 2019 na prova de moguls (pista ondulada) – na época Sabrina defendia os Estados Unidos. A esquiadora estreou como atleta brasileira em novembro, na Suécia: ficou em nono lugar no Aberto de Idre Fjall. 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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