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Petrúcio Ferreira fica em segundo na etapa de Oslo da Diamond League

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O brasileiro Petrúcio Ferreira garantiu, nesta quinta-feira (16), a segunda posição da prova dos 100 metros da etapa de Oslo (Noruega) da Diamond League, um dos eventos de atletismo mais tradicionais do mundo.

O velocista paraibano, que é da classe T47 (para atletas com deficiência nos membros superiores), terminou a prova, disputada no estádio Bislett, com o tempo de 10s57, mesma marca do norueguês Salum Kashafali, da classe T12 (para atletas com deficiência visual), que ficou com o ouro por causa do posicionamento do seu peito na hora em que cruzou a linha de chegada. A terceira colocação foi do argelino Skander Athman (T13), que finalizou o trajeto em 10s58.

Apesar de não ter vencido a prova na capital norueguesa, o bicampeão paralímpico na classe T47 manteve o posto de atleta paralímpico mais rápido do mundo. No dia 31 de março, durante o Desafio CPB/CBAt, realizado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, ele bateu o recorde mundial da prova em sua classe ao terminar o percurso em 10s29.

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“Infelizmente, não tive uma boa saída. Mas também tenho de reconhecer o mérito do meu adversário [o norueguês Salum Kashafali]. Ele correu muito bem e tenho que aplaudi-lo na casa dele”, declarou o paraibano.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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