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Polícia Civil investiga tumulto após partida entre Santos e Fortaleza, que deixou policiais feridos; ninguém foi preso
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Seis ônibus e quatro automóveis foram incendiados pelos torcedores. Durante a ação, 11 policiais ficaram feridos e duas viaturas foram danificadas. Ninguém foi detido.
O Santos foi derrotado em casa pelo Fortaleza, pelo placar de 2 a 1. Com o resultado, o time acabou ficando na 17ª colocação do Campeonato Brasileiro, sendo rebaixado para a Série B da competição.
Segundo a Secretaria de Segurança de São Paulo (SSP-SP), os policiais militares foram acionados para conter atos de vandalismo de torcedores revoltados com o resultado da partida. Seis ônibus e quatro carros foram incendiados pelos torcedores, que também avançaram contra os policiais, arremessando garrafas, pedras e fogos de artifício.
Ainda de acordo com a SSP, o caso foi registrado como dano, lesão corporal e incêndio no CPJ Santos, que solicitou perícia ao local e aos veículos.
Cenário de destruição
Um cenário de destruição foi visto pelas ruas da Vila Belmiro em Santos, no litoral de São Paulo, na manhã nesta quinta-feira (7), após o vandalismo cometido por torcedores santistas nesta quarta-feira (6). Carros e ônibus foram incendiados, um CT pichado e casas ficaram sem energia elétrica por conta dos atos de vandalismo.
Antes mesmo do apito final da partida e logo depois, torcedores do Santos atiraram pedras, coquetéis molotov e outros objetos contra a Vila Belmiro e policiais que estavam na região. Além disso, colocaram fogo em ônibus e veículos.
Imagens obtidas pela reportagem, nesta quinta-feira (7), mostram o lixo espalhado nos arredores do Estádio Urbano Caldeira, com estilhaços de vidro pelo chão e lixeiras quebradas. Seis ônibus ficaram completamente destruídos e quatro carros incendiados seguem próximo ao estádio
Pichação
A reportagem ainda teve acesso às imagens de uma pichação dizendo que o ‘time é sem vergonha’ no muro do Centro de Treinamento (CT) dos Meninos da Vila, localizado na Avenida Martins Fontes, no bairro Saboó
Os incêndios registrados em veículos afetaram a fiação de uma rede de internet por fibra óptica na Avenida Senador Pinheiro Machado e deixaram casas sem energia elétrica na via. “Quero saber de quem vou cobrar comidas que estão na geladeira e essas coisas todas”, disse uma moradora, em entrevista ao.
Na manhã desta quinta-feira (7), equipes de empresas de internet começaram a consertar os estragos no Canal 1 e era possível ver o estado dos veículos incendiados .
Em nota, a CPFL Piratininga, responsável pela distribuição de energia na cidade, informou que um trecho da rede de distribuição na Avenida Pinheiro Machado foi atingida por um incêndio em veículo, causando interrupção de energia para clientes.
“Na madrugada, equipes da companhia apoiaram o Corpo de Bombeiros no local. Os trabalhos estão sendo retomados nesta manhã, para os reparos necessários nas estruturas afetadas. O fornecimento de energia será restabelecido em segurança e no menor tempo possível”, informou a concessionária.
Procurada pelo, a Prefeitura de Santos não se manifestou sobre a destruição em vários pontos da cidade até a publicação desta reportagem.
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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