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Rafael Macedo é prata e Mayra Aguiar bronze em Grand Prix de Judô

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Os judocas brasileiros Rafael Macedo (90 quilos) e Mayra Aguiar (78 kg) conquistaram prata e bronze, respectivamente, no Grand Prix de Zagreb (Croácia), neste domingo (17), último dia de competição. Macedo foi vice-campeão ao perder a final por ippon para o georgiano Beka Gviniashvili. Já Mayra triunfou na disputa pelo bronze, aplicando um ippon na holandesa Karen Stevenson.  

O Brasil faturou ao todo quatro medalhas em Zagreb, última competição antes do Mundial de Judô no Uzbequistão, em outubro. No sábado (16), teve dobradinha de bronze de Ketleyn Quadros (63 quilos) e Daniel Cargnin (73 kg).

Para chegar à luta decisiva pelo ouro, Rafael Macedo venceu na estreia o turco Aydin, o húngaro Nerpel e o italiano Madhzidov – ambos com ippon – e o alemão Eduard Trippel, medalhista olímpico. A única derrota foi na final para o o gorginano Gviniashvili.

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Na disputa feminina, a medalhista olímpica Mayra Aguiar demonstrou que vai com tudo para o Mundial do Uzbequistão. Uma semana após subir ao pódio no Grand Prix de Budapeste (Hungria), a gaúcha amealhou mais um bronze em Zagreb.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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