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Rodolpho Riskalla fatura bronze no Mundial de Hipismo Paralímpico

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O cavaleiro brasileiro Rodolpho Riskalla faturou a medalha de bronze no Mundial de Hipismo Paralímpico, em Hering (Dinamarca), na disputa técnica individual Grau IV,  mesma prova em que foi prata Jogos de Tóquio ano passado. As holandesas Sanne Voets e Demi Haerkens levaram ouro e prata, respectivamente. Riskalla monta o cavalo Don Henrico, que compete pela última vez na Dinamarca. O brasileiro tem ainda duas provas pela frente – estilo livre e por equipe – programadas para domingo (14), último dia do Mundial.

Esta é a terceira vez que o paulistano, de 37 anos, sobe ao pódio em Mundiais. Na última edição do evento, e 2018, em Tyron (Estados Unidos), Riskalla assegurou duas medalhas de prata, também com o cavalo Don Henrico. O cavaleiro competia em provas convencionais de hipismo até 2015, quando migrou para modalidade paralímpica , após ter contraído meningite bacteriana. Riskalla compete em provas do Grau IV (cavaleiros com comprometimos leves e um ou dois membros, ou com deficiência visual moderada). Na modalidade paralímpica, quanto maior o comprometimento, menor o grau. 

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Também competiram nesta quarta (10) os cavaleiros Sérgio Oliva (Grau I) – medalhista na Rio 2016 –  e o estreante Flamarion Pereira da Silva (Grau II),  que ficaram na 15ª e 14ª posições, respectivamente. 

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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