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Santos e Flamengo abrem a edição 2023 do Brasileiro Feminino

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Santos e Flamengo darão o pontapé inicial na principal competição do calendário nacional do futebol feminino. A partir das 20h (horário de Brasília) desta sexta-feira (24), as Sereias da Vila e as Meninas da Gávea medem forças na Vila Belmiro na partida de abertura da Série A1 do Brasileiro Feminino.

Para o Santos, este jogo marcará o início da temporada 2023. As Sereias da Vila já participaram em nove oportunidades da competição nacional, que já conquistaram em 2017. Porém, em 2022, a campanha foi apenas mediana, terminando a primeira fase na nona posição.

Agora, o objetivo é voltar a brigar pelo título. E para isto a equipe se reforçou com dez atletas: a goleira Jully, a lateral Giovana, as zagueiras Adriana Sachs, Kelly e Luciana Ortega, a meio-campista Yaya e as atacantes Bianca Gomes, Fabi Simões, Jourdan Ziff e Taina Maranhão. Porém, as esperanças de gols continuam se concentrando na experiente Cristiane, destaque santista na última temporada.

“Quando faço um ano muito bom, espero sempre manter o mesmo nível para o ano seguinte. E quando entro em campo, tento sempre fazer o melhor, sendo marcando gols ou distribuindo assistências, mas o foco será sempre o título”, afirma Cristiane.

Já o Flamengo chega ao confronto após uma campanha de altos e baixos na Supercopa do Brasil feminina. As meninas da Gávea estrearam na competição com uma goleada de 10 a 0 sobre o Ceará e venceram o Real Brasília por 3 a 2 nas semifinais, mas perderam de 4 a 1 para o Corinthians na decisão.

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Apesar do revés final, esta campanha serviu para mostrar que o Flamengo tem como principal virtude o ataque, no qual despontam nomes como os de Giovanna Crivelari e da argentina Sole Jaimes.

Na última edição do Brasileiro a equipe da Gávea foi até as quartas de final, etapa na qual foi superada pelo Internacional. Já as Gurias Coloradas pararam apenas na grande decisão, diante do Corinthians.

Domínio das Brabas do Timão

O Brasileiro começa com alguns favoritos. O primeiro é o Palmeiras, campeão da última edição da Libertadores Feminina e que parou nas semifinais da última edição da competição nacional. Não há também como não citar o Internacional, finalista no ano passado.

Mas é o Corinthians quem pode ser apontado como o grande favorito. Além de triunfarem na primeira competição nacional do futebol feminino em 2023, as Brabas do Timão tentam o tetracampeonato consecutivo, após vencerem em 2020, 2021 e 2022. Além disso, com o título de 2018, a equipe do Parque São Jorge lidera o rol de vencedores do Brasileiro Feminino, com quatro conquistas.

Forma de disputa

A competição conta com 16 participantes na primeira fase. Destes, os oito melhores avançam para as quartas de final, etapa a partir da qual as equipes restantes se enfrentam em partidas de ida e volta até a grande decisão.

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Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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