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Seleção feminina conquista título mundial inédito no vôlei sentado

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A seleção feminina de vôlei sentado conquistou, nesta sexta-feira (11) em Sarajevo (Bósnia e Herzegovina), o inédito título mundial da modalidade. Na decisão, as brasileiras superaram o Canadá por 3 sets a 2 (com parciais de 25/23, 18/25, 21/25, 25/17 e 15/6) após uma hora e 55 minutos de partida. De quebra, elas garantiram vaga na Paralimpíada de Paris (França), em 2024.

Foi a primeira vez que a equipe feminina, medalhista de bronze nas duas últimas edições dos Jogos Paralímpicos, foi ao pódio em um Mundial. No caminho até a decisão, o Brasil derrotou Alemanha (3 a 0), Itália (3 a 1), Finlândia (3 a 0), Ucrânia (3 a 0) e Estados Unidos (3 a 0). O duelo com as norte-americanas, na semifinal, teve gosto de revanche, já que haviam perdido em duas semifinais paralímpicas e duas finais de Jogos Parapan-Americanos.

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O time viajou a Sarajevo com a base das últimas duas Paralimpíadas, principalmente com remanescentes da equipe que esteve em Tóquio (Japão), em 2021. O técnico, porém, foi outro, Fernando Guimarães, que comandou a equipe pela primeira vez em um torneio. Ele é irmão de José Roberto Guimarães, treinador tricampeão olímpico de vôlei e atualmente à frente, justamente, da seleção feminina “convencional”.

“Nós somos muito unidas, acho que isso nos deu força. O time estava muito confiante. Pegamos o cruzamento de chaves bem difícil, enfrentamos os Estados Unidos na semifinal, com uma vitória histórica. Nossa equipe estava mais preparada, com mais atletas experientes, técnico novo e um banco que consegue trocar muito bem. É um sonho essa medalha de ouro e a vaga para o Brasil em Paris 2024”, celebrou a atleta Luiza Fiorese em nota à imprensa.

Ainda nesta sexta, também na capital bósnia, a seleção masculina assegurou o bronze no Mundial ao vencer o Egito por 3 sets a 1 (25/21, 20/25, 25/23, 26/24), na disputa pelo terceiro lugar. A equipe, também dirigida por Fernando, que a assumiu após os Jogos de Tóquio, repetiu a campanha da edição anterior, em Arnhem (Holanda), há quatro anos. Foi a terceira medalha obtida pelos brasileiros, que, em 2014, levaram a prata em Elblag (Polônia).

A campanha do Brasil no Mundial masculino teve vitórias sobre Polônia (3 a 0), Alemanha (3 a 2), Canadá (3 a 0), Ruanda (3 a 0) e Ucrânia (3 a 0). Na semifinal, a seleção nacional não resistiu ao favorito Irã, atual bicampeão paralímpico, perdendo por 3 a 0. A equipe terá de buscar a vaga para os Jogos de Paris, em 2024, no Parapan de Santiago (Chile), no ano que vem. O campeão vai direto para os Jogos, enquanto a segunda melhor campanha disputará uma repescagem internacional.

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* Texto atualizado às 16h19 com adição da declaração de Luiza Fiorese.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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